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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O futuro do e-mail marketing

O futuro do e-mail marketing



E-mails personalizados fortalecem o relacionamento com os consumidores e ajudam o varejo virtual a renovar um canal bastante utilizado para a comunicação com o cliente.
O e-mail marketing é uma das ferramentas mais utilizadas pelos varejistas online para manter o relacionamento com os clientes e aumentar o volume de vendas. Todos os dias, mensagens com ofertas, lançamentos e promoções são enviadas para a caixa de entrada dos consumidores, o que torna o e-mail um canal de relacionamento estratégico, capaz de entregar a oferta diretamente ao cliente em potencial, eliminando inclusive a necessidade de o consumidor ir atrás do produto.
Atualmente é comum observar nas ações dos varejistas online brasileiros duas estratégias distintas de e-mail marketing:
– Campanhas genéricas: são aquelas em que a mesma campanha é enviada para todos os clientes, normalmente apresentando ofertas e descontos. As experiências demonstram que essa forma de campanha massificada, apesar de intrusiva, gera conversão. Porém, essa “massificação” pode desagradar clientes e desgastar o relacionamento, já que os produtos selecionados para as campanhas muitas vezes não atendem às suas necessidades e preferências. No longo prazo, sabe-se que a irrelevância dos produtos ofertados e a grande quantidade de e-mails enviados por cliente são capazes de aumentar a rejeição do canal e prejudicar tanto a conversão quanto a fidelização dos consumidores.
– Campanhas segmentadas: nessa estratégia, um conjunto de características e afinidades sócio-demográficas são levadas em consideração para a geração das campanhas. Dessa forma, são criados grupos de usuários pré-estabelecidos para receberem determinada campanha de e-mail – por exemplo, mulheres entre 20 e 30 anos que moram no sul do país. Campanhas assim, voltadas para ofertas específicas de alguns departamentos, se mostram mais eficazes e com taxas de abertura e cliques maiores do que a abordagem anterior. Porém, as campanhas segmentadas muitas vezes são enviadas em conjunto com as genéricas, aumentando o volume de e-mails recebidos semanalmente pelo consumidor, o que tem gerado, nos últimos anos, um aumento substancial na taxa de rejeição (opt-out) de ambas as estratégias de envio.
Diante dos problemas encontrados nas campanhas genéricas e segmentadas (tradicionais), uma alternativa que começa a ser utilizada no Brasil é o envio de e-mails personalizados. Criados a partir do comportamento único de cada consumidor no portal do varejista, e-mails exclusivos com ofertas relevantes são enviados automaticamente para cada cliente conforme ele interage com o site de vendas. Por exemplo: depois de realizar uma compra, o cliente recebe um e-mail com ofertas relacionadas ao produto comprado. Em outro caso, quando o consumidor demonstra interesse em determinado produto, mas não chega a concluir a compra, o sistema entende que ele está em dúvida e sugere, por e-mail, produtos semelhantes para ajudá-lo a decidir pelo mais adequado aos seus interesses.
Um e-mail personalizado, por apresentar apenas informações relevantes, gera um interesse bem maior do consumidor. O resultado são taxas de CTR até seis vezes superiores às das campanhas genéricas. O volume de mensagens enviadas acaba sendo menor, já que nem sempre existirá relevância para a recomendação de produtos a todos os consumidores. Mesmo assim, o retorno acaba sendo equivalente, já que a receita gerada por e-mail personalizado é até dez vezes superior. Outra vantagem importante é que a margem dessas receitas é mais elevada, já que os produtos ofertados não estão necessariamente em promoção, caso típico das campanhas tradicionais.
Mas, além dessas vantagens imediatas, as campanhas personalizadas geram uma melhora progressiva do relacionamento e da fidelização dos clientes. Isso fica confirmado pela sustentação das altas taxas de aceitação das mensagens personalizadas ao longo do tempo – o índice de descadastramento (opt-out) chega a ser até 20 vezes menor do que nas estratégias tradicionais.
Com um desempenho tão superior, é de se perguntar por que os varejistas online não estão adotando maciçamente as campanhas personalizadas. Por dois motivos: o primeiro é que não é fácil gerar recomendações relevantes para os clientes de um site – é preciso identificar as interações dos clientes com o ambiente de forma muito precisa e rápida e, para isso, dispor de ferramentas com algoritmos extremamente sofisticados para a geração dessas recomendações. O segundo motivo é relacionado à crença de que quanto maior o volume de e-mails, maior o retorno. Numa campanha personalizada, o volume de e-mails enviados é diretamente proporcional à quantidade de informação relevante que se tem para se comunicar ao consumidor. Com isso, observa-se um volume de e-mails menor, o que na verdade demonstra a eficiência das campanhas personalizadas, como visto anteriormente.
Comercial X Marketing
Uma campanha de e-mail precisa equilibrar duas abordagens essenciais a qualquer negócio: a estratégia comercial e a de marketing. A visão comercial se preocupa com o aumento nas vendas e, portanto, pode ser considerada de curto prazo. Já a visão de marketing é mais estratégica, preocupada com o fortalecimento da relação entre o consumidor e a marca. Campanhas tradicionais representam bem a visão comercial; já as ofertas personalizadas, por se traduzirem em aumento da confiança do cliente no e-commerce, são bons exemplos de estratégias de marketing.
Embora as campanhas de massa resultem em vendas significativas e, no curto prazo, representem um ganho que o setor comercial das empresas reluta em abrir mão, no longo prazo essa estratégia pode atrapalhar o relacionamento com o cliente. Prova disso é a queda, observada nos últimos cinco anos, nas taxas de aberturas de e-mails genéricos, além da já citada elevada taxa de opt-out.
Personalização como caminho
O consumidor cada vez mais maduro e o aumento da concorrência no varejo online levaram a uma disputa acirrada pela visibilidade na caixa de entrada. Assim, o que se observa hoje é, ao mesmo tempo, uma redução na eficiência das campanhas genéricas e segmentadas e a adoção crescente de estratégias de personalização. Cabe ressaltar que as campanhas personalizadas não substituem as tradicionais, mas sim as complementam, ajudando o e-mail marketing a se renovar e a adquirir um papel mais estratégico para os varejistas no relacionamento com os clientes.
O sucesso das campanhas personalizadas é a prova de que a morte do e-mail marketing, prevista por alguns gurus mais pessimistas, não deve ocorrer. Ao oferecer exatamente o que o cliente deseja, o e-mail como canal de relacionamento continuará fundamental para a estratégia dos varejistas online.
Fonte: Blog OpenWBC

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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

o número de pessoas com acesso à internet no Brasil. No fim do segundo trimestre deste ano o país atingiu um total de 83,4 milhões de usuários de web (quando considerado todos os locais para conexão como domicílios, trabalho, escolas e lan houses), segundo dados do iBope Nielsen Online. E isso significa aumento de 7% na comparação com os 77,8 milhões do segundo trimestre de 2011 e alta de 1% ante os 82,4 milhões dos primeiros três meses deste ano.

No total, 68 milhões têm conexão à internet em casa ou no trabalho. Sendo que destes, 48,3 milhões foram usuários ativos em julho, número foi 8% superior em relação a julho de 2011. Os dados mostram que a cada mês que passa mais cidadãos brasileiros acessam a web, e por mais tempo. E essa tendência deve continuar nos próximos meses e anos.

Aí está um ótimo motivo para ter presença na web, não?!

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Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013

Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013


As vendas online por meio de aparelhos móveis (mobile commerce, ou m-commerce), devem apresentar um crescimento expressivo no País nos próximos meses. A estimativa é que esse segmento movimente cerca de R$ 2 bilhões em 2013 (no primeiro semestre deste ano, foram R$ 132 milhões). E as grandes varejistas começam a se adaptar a essa migração de plataforma.
A expansão desse segmento do comércio eletrônico se deve principalmente ao aumento da penetração de dispositivos com acesso à internet e de banda larga móvel. Este mercado bilionário, antes acessível apenas para os clientes das classes A e B, em função do alto custo dos aparelhos e dos planos de dados, já está nas mãos da nova classe média, que deverá ganhar cada vez mais espaço nas compras, segundo especialistas.
Por enquanto, as vendas do varejo online por meio de smartphones e tablets representaram o equivalente a 1,3% do faturamento total de e-commerce no primeiro semestre deste ano, que somou R$ 10,2 bilhões. Até o final do próximo ano, contudo, devem atingir cerca de 10% do total dos negócios realizados pelo comércio eletrônico brasileiro, prevê a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net).
No Magazine Luiza, a decisão de lançar e desenvolver uma plataforma própria para os dispositivos móveis aconteceu há um ano, após a percepção de que cada vez mais os acessos ao site convencional da varejista aconteciam por meio de celulares, conta o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da rede, André Fatala. Entre janeiro e setembro de 2011, os acessos cresceram 371%. “Em outubro (de 2011) decidimos pelo desenvolvimento de uma plataforma específica, que levamos três meses para desenvolver e lançar.”
Outras varejistas também desenharam sites especialmente para tablets e smartphones. O Walmart possui uma versão do site exclusivamente para dispositivos móveis. “A página é customizada para os mais diversos padrões de plataformas e amigável, para uma navegação rápida”, diz o diretor de marketing e novos negócios do Walmart, Roberto Wajnsztok.
O Pão de Açúcar, por sua vez, lançou há dois anos sua plataforma para aparelhos móveis. Segundo o diretor de operações da empresa, João Edson Gravata, os usuários têm acesso a funcionalidades e serviços encontrados no site convencional. “A ideia é uma experiência de compras ainda mais agradável e conveniente”, afirma.
A B2W também dispõe de vendas para celular e tablet. O site Submarino opera aplicativos para aparelhos iPhone, Android e Nokia. Já a Americanas.com está disponível para iPhone e Nokia. Em ambos os casos, os consumidores encontram ofertas em destaque, para navegação rápida.
O grande desafio do m-commerce está no aumento das taxas de conversão – ou efetivação da compra. Atualmente, os usuários usam os dispositivos móveis sobretudo para pesquisar preços, consultar endereços de lojas ou características de produtos. “A maior parte dos negócios ainda é venda de ingressos para show, cinema e teatro, pois são decisões rápidas que podem ser tomadas na rua ou em qualquer lugar”, destaca o vice-presidente de estratégias da Câmara-e.net, Leonardo Palhares.
Esse nicho de varejo online, porém, ainda é novo e deve crescer muito rapidamente, diz Pallares. “Boa parte das operações de e-commerce ainda está se adequando ao modelo móvel.”
Para Fatala, do Magazine Luiza, o barateamento da internet móvel e dos aparelhos deve gerar daqui para frente um aumento das vendas por meio de dispositivos móveis num ritmo superior ao dos sites de e-commerce acessados por computadores de mesa (desktops) e notebooks.
Dificuldade. Francisco Donato, presidente do Zoom, site de comparação de preços que opera com cerca de 500 varejistas online, destaca que a empresa até oferece aos clientes a possibilidade de pesquisar por meio dos celulares, mas no momento da conversão alguns sites ainda não contam com páginas que facilitem a finalização da compra pelos dispositivos móveis.
“O varejista ainda está se adequando a essa nova realidade do m-commerce”, diz Donato. Segundo ele, os sites destinados ao mobile commerce precisam desenvolver sistemas capazes de reduzir o número de cliques até a finalização da compra.

Fonte: Blog OpenWBC
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O papel da logística no canal de distribuição

O papel da logística no canal de distribuição

Um dos pesadelos de uma empresa é saber que o produto que ela fabrica não foi adquirido por falta de disponibilidade no varejo. Com a mudança dos hábitos de compra do consumidor nos últimos anos, que, após a estabilidade econômica, começou a utilizar mais os pequenos e médios varejos para compras pontuais, cresceu também a preocupação das indústrias em chegar aos mais variados pontos de vendas. Lembrando que o pequeno varejo cresceu em média 5% no último ano contra 2% das grandes redes.

Hoje, para atender a este novo consumidor, o pequeno e médio varejista que, antes realizava, por exemplo, um pedido semanal da ordem de R$ 500,00, agora, semanalmente, elevou o valor para R$ 700,00, porém com dois pedidos de R$ 350,00.  Esta pequena mudança representa uma enorme adaptação para o setor de distribuição.

Agora, ao invés de uma única visita semanal, o vendedor precisa realizar duas visitas e duas entregas na mesma semana. Com estoques menores dentro do varejista, o prazo de entrega passou a ser fundamental para que não houvesse ruptura nas prateleiras.

Consequentemente, as indústrias passaram a investir, pesadamente, para terem os produtos expostos no maior número possível de gôndolas. E o distribuidor ganhou maior importância e apoio da indústria na mesma medida em que passou a ser mais exigido por uma melhor prestação de serviços na defesa das marcas.

Cabe ao distribuidor apoiar à indústria no ponto de venda, oferecendo um mix de produto mais apropriado para cada varejista, com preços competitivos, e garantindo a entrega desses produtos em todo o País, seja em grandes centros urbanos ou em municípios cujo acesso só pode ser feito de barco. A ativação de material promocional e parcerias em ações comerciais também passaram a ser uma expectativa do varejo em relação aos seus distribuidores.

Com o aumento da exigência, os distribuidores precisaram desenvolver uma logística impecável, desde a captação, análise comercial e financeira dos pedidos, até a complexa operação para fazer os produtos chegarem ao ponto de venda.

O desafio de fazer a entrega com o menor percurso, no menor prazo, sem erros ou inversão de produtos, sem avarias e com o menor custo possível, passou a exigir níveis de eficiência cada vez mais elevados. Dessa forma, nasceram as ferramentas de softwares especializadas, neste segmento, acompanhadas de processos maduros e mais adequados a cada estrutura física e perfil de produtos.

O custo da logística, desde o recebimento do produto da indústria, representa mais de 70% do custo total da distribuidora. Nesta parcela, estão contemplados os investimentos com pessoas, equipamentos, tecnologia, estrutura física, veículos, combustível, avarias, roubo etc.

Todo investimento que traga melhorias a este processo se paga muito rapidamente. Por isso, o grande crescimento na utilização de WMS (Warehouse Management System), coletores de dados, roteirizadores, rastreadores e todo tipo de metodologia que, aliada a estas ferramentas, aumente a agilidade e segurança do processo.

Essas e outras evoluções, cobradas por todos demais elos da cadeia, fazem com que a logística seja cada vez mais o braço direito do distribuidor e que este se fortaleça ainda mais como agente indispensável para fazer funcionar toda a nova e eficaz máquina de produção, abastecimento e consumo.

Fonte: e-Commerce Brasil
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mobile commerce vai unificar vendas online com offline, alguém dúvida?!


 Foi incrível a edição 2011 do Annual Summit da ShopOrg que terminou dias atrás em Boston. Mais de 4 mil profissionais de e-commerce de todo o mundo participaram do evento. 17,6% de crescimento em relação ao ano passado.
E colaborando conosco, Ricardo Jordão Magalhães compartilha com todos os insights coletados durante as palestra da Rue La La e Google.


Confira:
Palestra da Rue Lala:
- E-commerce 2.0
“Ecommerce 1.0 foi sobre “confiança”, eCommerce 2.0 é sobre criar um cenário “teatral” que faça os clientes se sentirem excitados com a experiência de comprar”
- Sobre o iPad como motor do e-commerce
“O iPad tem potencial para se transformar na principal plataforma  de ecomerce do mundo. Por exemplo, do total de vendas via dispositivos mobile, 50% dos pedidos que chegam na loja virtual da Rue La La vem vem via iPad.”
- O Abandono do carrinho de compras
“A Rua La La também encontrou uma maneira bastante inteligente de reduzir o abandono do carrinho de compras. Eles obrigam todas as pessoas a se cadastrarem na loja antes de começar a navegar. A taxa de abandono do carrinho de compras na Rue La La é de 12%.
Palestra do Google
- Comércio eletrônico mobile
Stephanie Tilenius, Vice Presidente de Commerce e Pagamentos da Google disse que o ecommerce será “transformado pelo celular”. Nenhuma novidade, nós já sabemos, mas a cada ano que passa essa transformação se torna mais visível. “O consumidor nunca está mais de 2 metros de distância do seu celular, o usuário de celular checa o seu telefone mais de 30 vezes por dia. Hoje, 50% dos consumidores usam seus celulares para comprar online ou para ajudá-los a obter informação enquanto estão pensando em comprar em uma loja física.
“Mobi-fy a sua loja virtual, tenha certeza que ela funciona em todos os canais, customize para iPhone, Android e iPad” recomendou a executiva da Google.
Ela acredita que as filas nas lojas irão acabar. Ninguém terá que esperar para ser atendido pelo checkout. “Os consumidores querem usar o seu tempo para procurar por produtos, não para pagar. Como resultado, o checkout one-click será a nova onda do futuro. O cliente vai fazer o self-checkout na loja e receber o produto em casa no dia seguinte. O celular é a nova carteira!
O Google está apostando as suas fichas na plataforma mobile na forma do Google Catalogs, o buscador “mobi-ficado”, as páginas para empresas na Google+ e o Google Offers (similar ao Groupon).
“A fusão do online com o offline irá criar uma experiência completamente nova para o consumidor”, diz Tilenius, “por conta dessa nova realidade cada experiência de compra do consumidor será customizada”.
Fonte: e-commerce brasil
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

E-Mail Marketing: Como se destacar na Caixa de Entrada do destinatário?

E-Mail Marketing: Como se destacar na Caixa de Entrada do destinatário?



O post abaixo foi escrito por Zach Heller de www.zachhellermarketing.com. Zach é um comerciante e consultor de marketing que recentemente lançou seu primeiro livro, Os Fundamentos de E-mail Marketing: 7 coisas que você precisa saber para alcançar o sucesso.
Vamos ser honestos! O consumidor médio utiliza e-mail mais agora do que nunca. Eles usam e-mail para se comunicar com amigos, colegas e empresas. Portanto, se sua empresa depende de campanhas de email marketing para atrair novos clientes e aumentar as vendas dos clientes existentes, você precisa saber como fazer o seu e-mail destacar-se as dezenas, centenas ou milhares de outros que acabam em nossas caixas de entrada a cada dia .
"247 bilhões de e-mails foram enviados a cada dia em 2009. Isso é um e-mail a cada 0.00000035 segundos "- e de diálogo" Manifesto para E-mail marketing:. Consumidores Relevância Demand "(2010).
Mas em um mundo com tanto e-mail, você ter destaque é possível? Uma combinação de tempo bom e uma mensagem forte é um grande começo.


Cronometragem:
O tempo gasto em seu e-mail pode ser dependente de um acordo específico ou prazo que está se aproximando. Mas se você puder gastar um dia ou mesmo algumas horas aqui e ali, você pode ser capaz de evitar a "pico" vezes e excessivamente caixas de entrada lotadas.
Como a maioria das pessoas, você está no mercado à vontade, quer trabalhar em tempo integral ou frequentam a escola, fins de semana são geralmente mais baixos na lista de dias ocupados com e-mail. Mas ficar longe de enviar e-mails de marketing nos fins de semana, porque a maioria das pessoas não são verificar e-mail, muitas vezes e provavelmente não responder a todas as vendas ou mensagens promocionais.
Segundas-feiras são dias ocupados com lotes de e-mail para as pessoas recuperarem o atraso a partir do fim de semana, o que significa que você está lutando com e-mails de mais importância que o seu. Terças e quartas-feirassão provavelmente, os melhores dias para enviar e-mails marketing, porque as pessoas tiveram tempo de limpar sua caixa de entrada e ficarem reajustados para a semana.
Hora do dia também pode ser importante. Envie seu e-mail cedo e você vai conseguir se posicionar em um monte de e-mails não lidos no início da manhã. Enviá-lo tarde demais, as pessoas estão encerrando seus dias e provavelmente vão evitar o seu e-mail a menos que seja algo que eles estão esperando. Apontar para o meio do dia, uma hora ou duas antes e depois do almoço, para obter os leitores mais atentos.


Mensagens:
Normalmente existem dois tipos e-mail que são vistos primeiro. Por essa razão, o assunto é um dos aspectos mais importantes de seu e-mail, se você está impressionar, esse é um das principais preocupações. 
O Nome do remetentedeve identificar claramente quem você é. O nome de sua empresa, o nome do departamento em sua empresa, ou o nome da lista de discussão (desde que seja descritivo e diz às pessoas porque elas estão recebendo este e-mail).Coisas como "noreply" ou "Info" não surtirá efeito, pode ser considerado como spam.
A linha de assunto deve identificar claramente a razão do e-mail e por que as pessoas devem abri-la, em poucos caracteres.
Ser específico, mas breve. Se a sua linha de assunto é muito longo ela vai ficar cortada e perder todo o significado. Se for uma promoção especial, use números e porcentagens, como aqueles que se destacam. Mas não se esqueça de evitar a palavra Signs "Free" ou cifrão ($), pois filtros de spam estão olhando para eles especificamente na linha de assunto.
Estamos todos tão acostumados a receber e-mails promocionais de empresas que o nosso primeiro instinto é apertar o botão delete. Seu trabalho, como um comerciante, é aproximar-se cada vez mais do perfil do seu cliente, e com o e-mail fazer com ele pense " O que vai fazer as pessoas não excluir sua mensagem?"
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R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre! É o resultado das vendas no e-commerce no Brasil

R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre! É o resultado das vendas no e-commerce no Brasil

A cada dia cresce o número pessoas que aderem às compras online. Mais de quatro milhões de internautas fizeram a primeira compra pela internet no primeiro semestre deste ano, totalizando 27,4milhões e-consumidores.
O E-bit estima que o varejo eletrônico deva faturar em torno de R$18,7 bilhões até o final do ano. A expectativa para 2011 é de26% de crescimento em todo o mundo.
Neste início de ano, foram realizados 25 milhões de pedidos em seis meses em toda rede de e-commerce do País, o que gerou a rentabilidade de R$ 8,4 bilhões. Esse número equivale ao faturamento de todo o ano de 2008.
E ainda espera-se que mais 54 milhões de pedidos sejam feitos. O índice de 86,54% de satisfação dos clientes com o comércio virtual faz com que a cada dia novas pessoas façam a primeira compra por uma loja virtual e se tornem e-consumidores assíduos.
Fontes: E-bit, e-commerce brasil
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

Com estratégias apoiadas no desenvolvimento de aplicativos e players de diferentes segmentos, o m-commerce no Brasil está pouco a pouco se consolidando, apesar dos desafios, como a realidade multiplataforma e os diferentes níveis de maturidade dos equipamentos em uso no mercado, ainda existirem.
Mesmo incipientes, os exemplos se acumulam. No Mercado Livre, 2% do acesso já vêm de dispositivos móveis. A participação ainda é pequena, mas já representa 17 milhões de visualizações de página. O serviço de compras coletivas Clube de Desconto contabiliza 15 mil cupons vendidos por meio deste tipo de equipamento desde que lançou seu aplicativo para iPhone, em outubro do ano passado – no total, são vendidos em média 200 mil cupons ao mês.
“O número não é grande, mas vem crescendo”, diz o sócio-fundador e CEO do Clube de Desconto, Isaac Ezra, que também registra acessos móveis por meio do que ele chamou de Facebook-Commerce. “O Facebook é muito usado por esse usuário. Agora estamos pensando em desenvolver aplicativo para Android, porque tem mais no Brasil.”
Ezra participou do painel “M-Commerce e a Tecnologia de Conectividade das Redes: Uma Nova Experiência dos Usuários na Arte Milenar de Comprar e Vender”, na Futurecom 2011, junto de Igor Taquehara, diretor de projetos do UOL; Helisson Lemos, diretor de operações do Mercado Livre; Matias Attwell, diretor de mídias sociais e mobile do Terra; e Ricardo Ferro, gerente de mobile e acesso do IG.
A iniciativa do Clube de Desconto ilustra o estágio atual do m-commerce no País. A adaptação de conteúdos para diferentes plataformas desafia empresas e desenvolvedores. Levantamento do Terra, cujo número de usuários únicos foi multiplicado por seis no último ano, indica 13 mil dispositivos diferentes em uso no Brasil. Segundo Matias, a cada mês cerca de mil equipamentos móveis diversos acessam o portal, mas 40 tipos representam 90% das visualizações de página. “Temos de oferecer boa experiência para todos, desde aparelhos básicos com conexão GPRS e browser de baixa capacidade até os top de linha, com muito engajamento e consumo de mídia”, diz.
Proporcionar usabilidade independente da plataforma é uma das tarefas do grupo de desenvolvimento de aplicativos para conteúdo do UOL, que agora inicia uma frente para mobile payment. Segundo Taquehara, a fraqueza da conectividade no País é uma dificuldade extra. “Pagamento é associado a disponibilidade”, diz. Nesta área, a segurança é outro quesito que exige atenção. Sistemas de pagamento móveis com NFC (near feature communication, com leitura de dados de cartões por aproximação, por rádio frequência), adotados no Japão desde 2004 para pagamentos e que aqui sustentam serviços como crachás e o Bilhete Único, exigiriam por aqui criptografia de dados para evitar a captura de dados por terceiros, observou Ricardo Ferro.
O perfil do usuário móvel também deve ser levado em conta. “Cerca de 85% de usuários de internet móvel usam diariamente o dispositivo para conexão. Mas hoje no Brasil o principal uso de dados ainda é SMS”, diz Ferro. Uma das principais características buscadas pelos usuários é a rapidez. Como no segmento mobile o consumo e as atividades são marcadas pela urgência – o tempo médio de uma sessão é de cinco minutos – o serviço deve ser reduzido à sua essência. A outra questão é a confiança. “De forma geral o e-commerce já enfrenta a barreira emocional da segurança”, diz Helisson Lemos, do Mercado Livre. “Vai se dar melhor neste segmento quem misturar experiência perfeita em tela pequena com relações de confiança”, acrescenta Matias
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Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords

Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords


Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords


A partir de outubro, o +1 do Google também poderá ser visto em banners do AdWords. Clicando no botao, o usuário estará recomendando aquela publicidade para seus contatos, assim como já acontece com os links patrocinados e outros resultados de buscas. Isso significa que, quando estiver logado na sua conta do Google, vc verá quais peças publicitárias foram recomendadas por seus amigos. Veja abaixo como o +1 será visto nos banners nas versoes desktop e mobile.

Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords

Fonte:Inside AdWords.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Processos essenciais para incrementar o e-commerce

Processos essenciais para incrementar o e-commerce


Se as previsões da e-Bit (empresa provedora de informações sobre o e-commerce no Brasil) se confirmarem, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.
Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir nesse canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o
comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.
Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber os detalhes sobre os recursos da plataforma,
segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.
A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar, mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas, até chegar a esse ponto, a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e na publicidade que a diferenciariam.
Conscientizar-se de que o “aparecer” é tão importante quanto o “estar” na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios. Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.
Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?
Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:
1. Aprenda como o seu cliente pensa:
Atualmente, as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação, pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade, o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua
decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.
2. Domine os fatores-chave de sucesso:
Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para
pagamento. Sem eles, não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.
Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nesses três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.
3. Crie um diferencial:
Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar esses benefícios no site.
Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou o que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.
Avalie o mercado, o perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.
4. Marque presença na internet:
Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O
primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.
Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas faz seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores
colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador).
Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.
5. Relacione-se com seus clientes:
Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?
Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e… resolveu não comprar desta vez. O que você faz?
Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter, ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.
Por isso o e-mail marketing é considerado hoje a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as
mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.
É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.
Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não
em spams.
6. Aprenda com os líderes de mercado:
Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as as redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de
novidades.
Essas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e em formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja.
Fonte: e-commerce brasil
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