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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Quando o Brasil vai virar mobile?

Quando o Brasil vai virar mobile?


Você lembra o que aconteceu nas campanhas de 2010? Sim, falo das primeiras grandes campanha eleitorais com uso das redes sociais no Brasil. Lembra? Aquele “boooom” inspirado pelo super case #hope do Obama em 2008? Pensando que tudo ocorreu há apenas 2 anos, melhoramos bastante a forma com o qual vemos e conversamos sobre política.
Melhoramos, mas isso é apenas o início. Você sabe o que está acontecendo agora? #pausaparapensar
Me diga, quantas pessoas você imagina terem acesso a internet no Brasil? E quantos celulares? Desses, quantos com acesso a internet? Preparado para conhecer essa revolução silenciosa?
Pois é.. enquanto no Brasil, estamos com 90 milhões de internautas (um pouco mais, um pouco menos), o número de celulares ou linhas ativas é de, pausa para momento tenso, 250 milhões! Isso mesmo, mais de 1 para cada habitante. E desses 50 milhões possuem acesso a internet (um pouco mais que a metade da população online). E acredite se quiser, ainda há expectativa de vendar mais 15 milhões até o final de 2012.
Quer mais? Para você ter uma ideia no ano de 2011, nosso país passou de 16º no ranking mundial de smartphones para a 10ª posição. E quer um pouco mais? Sabe qual a previsão para 2014? Anote, 140. Não meu amigo, não é caracteres do seu Twitter, são 140 milhões de celulares com acesso a internet em 2014, mais de 70% da população atual. Imagine então tudo isso com 4G.
Opa! Enquanto você presta toda a sua atenção ao Facebook ou qual vai ser próxima Rede Social, está deixando passar um mundo mobile de iPhone / Androids que já pegou você. Seja por aplicativos de marcas, games ou hubs sociais, você é mobile, se mantém mobile e reclama muito, quando seu 3G resolve encrencar. E olhe que o 4G está a caminho… aqui no Brasil, anote 2014.
Mudanças, mudança e mudanças… mas e as eleições? O que essa loucura vai impactar nas eleições de 2012, e por consequência, mudar tudo para a de 2014?

Os primeiros Bandeirantes:

Hora de falar dos pioneiros.. que fazem, quem são, o que temos. Por exemplo, hoje candidatos estão iniciando um movimento de mobilizar suas campanhas (entenda tornar mobile). A ideia é facilitar o acesso do público as ações, propostas e destaques das campanhas, acesso as redes sociais, incentivo ao engajamento e participação. Eu falei, estão iniciando…
Um exemplo, o deputado Paulo Pimenta (que posso citar pois não ser candidato a nada) atualmente conta com um aplicativo para iPhone e Android para facilitar o acesso da população do RS ao seu mandato. Acesse para entender o que estou falando. Um aplicativo simples, que cria um canal de comunicação direta com o público, ajudando a manter atualizados eleitores e apoiadores sobre tudo o que acontece em Brasília.
Ideia bacana não? Some ela com a recente pesquisa da Intel que revelou que 80% dos usuários de celular dormem com o aparelho bem ao lado da cama e 40% afirmaram nunca largar o dispositivo, nem mesmo quando vão ao banheiro. Wow! Entendeu o caso?

Vamos falar de 2014?

Copa do mundo. Enquanto todo mundo fala de Copa do mundo, vale lembrar que também é o ano das eleições presidenciais, estaduais e para deputados. Enfim, são 2 grandes campeonatos no mesmo ano. E quer saber a verdade… No mobile vai ser o ano do tem ou não tem. Com mais de 70% da população com acesso no celular, o kit: site + redes + mobile, vão ser obrigatórios.
E quer a melhor notícia? Isso vai ser o principal agente transformador da web e serviços online, criando novas oportunidades para empresa, portais e serviços. Quer apostar? Anote:
Primeiro imagine que pelo celular você ter acesso ao seu candidato, prefeitos, deputados e governadores. Um canal direto para participar, debater, enviando dúvidas e contribuir para sua cidade. Até aquelas promessas, você vai poder acompanhar o que aconteceu e o que foi blá blá blá.
Mas isso é o início, imagine agora os serviços públicos, agendamento, guias, pgtos, tudo no celular. Se você tivesse comigo na Estônia mês passado, país case mundial em que você até vota pelo celular, saberia que não ter papel no serviço público e oferecer quase tudo no celular já é realidade.
Se no .gov o caminho é sem volta, agora pense no comércio, indústria e serviços. Quantas novas oportunidades para um novo “boooom” de negócios? Sabe aquela listinha do supermercado, o menu e reserva do seu restaurante, ou da listinha da fármácia + receita do seu médico ao happy hour? Imaginou?
Então anote, 2014.

E eu e minha empresa com isso?

Exclusão digital temporária ou analfabetismo político a parte, uma coisa é verdade, quem ganha com tudo isso somos nós. Isso mesmo, dessa vez quem ganha é a população. Da inovação a praticidade, ao acesso móvel e tudo, até um povo sem memória, que acredita em promessas e um rostinho bonito, acha um finalmente.
Lembra aqueles deputados da CPI? Ou aquele das viagens? Vou ter no meu celular o aplicativo de todos em que votei, o anti corrupto e ainda o Ficha Limpa. Fácil de acompanhar e saber o que realmente ocorre. Ah! Anote também o aplicativo de gastos da sua cidade, denuncie aqui para a imprensa, do Procon e até da delegacia.
Preparados para termo memória, mobilidade e mais transparência? Pode até não ser a solução imediata para grande parte de todos os nossos problemas (culturais). Mas acredite, um passo ajudar a melhorar muito a escolha, e um grande passo para melhorar o nosso Brasil.
Agora é a sua vez, você acredita que o mobile muda o Brasil? E como está o seu candidato? Não queria perguntar, mas e a sua empresa, mobilizou? Anote e #vamosconversar
Fonte: Blog OpenWBC
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013

Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013


As vendas online por meio de aparelhos móveis (mobile commerce, ou m-commerce), devem apresentar um crescimento expressivo no País nos próximos meses. A estimativa é que esse segmento movimente cerca de R$ 2 bilhões em 2013 (no primeiro semestre deste ano, foram R$ 132 milhões). E as grandes varejistas começam a se adaptar a essa migração de plataforma.
A expansão desse segmento do comércio eletrônico se deve principalmente ao aumento da penetração de dispositivos com acesso à internet e de banda larga móvel. Este mercado bilionário, antes acessível apenas para os clientes das classes A e B, em função do alto custo dos aparelhos e dos planos de dados, já está nas mãos da nova classe média, que deverá ganhar cada vez mais espaço nas compras, segundo especialistas.
Por enquanto, as vendas do varejo online por meio de smartphones e tablets representaram o equivalente a 1,3% do faturamento total de e-commerce no primeiro semestre deste ano, que somou R$ 10,2 bilhões. Até o final do próximo ano, contudo, devem atingir cerca de 10% do total dos negócios realizados pelo comércio eletrônico brasileiro, prevê a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net).
No Magazine Luiza, a decisão de lançar e desenvolver uma plataforma própria para os dispositivos móveis aconteceu há um ano, após a percepção de que cada vez mais os acessos ao site convencional da varejista aconteciam por meio de celulares, conta o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da rede, André Fatala. Entre janeiro e setembro de 2011, os acessos cresceram 371%. “Em outubro (de 2011) decidimos pelo desenvolvimento de uma plataforma específica, que levamos três meses para desenvolver e lançar.”
Outras varejistas também desenharam sites especialmente para tablets e smartphones. O Walmart possui uma versão do site exclusivamente para dispositivos móveis. “A página é customizada para os mais diversos padrões de plataformas e amigável, para uma navegação rápida”, diz o diretor de marketing e novos negócios do Walmart, Roberto Wajnsztok.
O Pão de Açúcar, por sua vez, lançou há dois anos sua plataforma para aparelhos móveis. Segundo o diretor de operações da empresa, João Edson Gravata, os usuários têm acesso a funcionalidades e serviços encontrados no site convencional. “A ideia é uma experiência de compras ainda mais agradável e conveniente”, afirma.
A B2W também dispõe de vendas para celular e tablet. O site Submarino opera aplicativos para aparelhos iPhone, Android e Nokia. Já a Americanas.com está disponível para iPhone e Nokia. Em ambos os casos, os consumidores encontram ofertas em destaque, para navegação rápida.
O grande desafio do m-commerce está no aumento das taxas de conversão – ou efetivação da compra. Atualmente, os usuários usam os dispositivos móveis sobretudo para pesquisar preços, consultar endereços de lojas ou características de produtos. “A maior parte dos negócios ainda é venda de ingressos para show, cinema e teatro, pois são decisões rápidas que podem ser tomadas na rua ou em qualquer lugar”, destaca o vice-presidente de estratégias da Câmara-e.net, Leonardo Palhares.
Esse nicho de varejo online, porém, ainda é novo e deve crescer muito rapidamente, diz Pallares. “Boa parte das operações de e-commerce ainda está se adequando ao modelo móvel.”
Para Fatala, do Magazine Luiza, o barateamento da internet móvel e dos aparelhos deve gerar daqui para frente um aumento das vendas por meio de dispositivos móveis num ritmo superior ao dos sites de e-commerce acessados por computadores de mesa (desktops) e notebooks.
Dificuldade. Francisco Donato, presidente do Zoom, site de comparação de preços que opera com cerca de 500 varejistas online, destaca que a empresa até oferece aos clientes a possibilidade de pesquisar por meio dos celulares, mas no momento da conversão alguns sites ainda não contam com páginas que facilitem a finalização da compra pelos dispositivos móveis.
“O varejista ainda está se adequando a essa nova realidade do m-commerce”, diz Donato. Segundo ele, os sites destinados ao mobile commerce precisam desenvolver sistemas capazes de reduzir o número de cliques até a finalização da compra.

Fonte: Blog OpenWBC
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mobile commerce vai unificar vendas online com offline, alguém dúvida?!


 Foi incrível a edição 2011 do Annual Summit da ShopOrg que terminou dias atrás em Boston. Mais de 4 mil profissionais de e-commerce de todo o mundo participaram do evento. 17,6% de crescimento em relação ao ano passado.
E colaborando conosco, Ricardo Jordão Magalhães compartilha com todos os insights coletados durante as palestra da Rue La La e Google.


Confira:
Palestra da Rue Lala:
- E-commerce 2.0
“Ecommerce 1.0 foi sobre “confiança”, eCommerce 2.0 é sobre criar um cenário “teatral” que faça os clientes se sentirem excitados com a experiência de comprar”
- Sobre o iPad como motor do e-commerce
“O iPad tem potencial para se transformar na principal plataforma  de ecomerce do mundo. Por exemplo, do total de vendas via dispositivos mobile, 50% dos pedidos que chegam na loja virtual da Rue La La vem vem via iPad.”
- O Abandono do carrinho de compras
“A Rua La La também encontrou uma maneira bastante inteligente de reduzir o abandono do carrinho de compras. Eles obrigam todas as pessoas a se cadastrarem na loja antes de começar a navegar. A taxa de abandono do carrinho de compras na Rue La La é de 12%.
Palestra do Google
- Comércio eletrônico mobile
Stephanie Tilenius, Vice Presidente de Commerce e Pagamentos da Google disse que o ecommerce será “transformado pelo celular”. Nenhuma novidade, nós já sabemos, mas a cada ano que passa essa transformação se torna mais visível. “O consumidor nunca está mais de 2 metros de distância do seu celular, o usuário de celular checa o seu telefone mais de 30 vezes por dia. Hoje, 50% dos consumidores usam seus celulares para comprar online ou para ajudá-los a obter informação enquanto estão pensando em comprar em uma loja física.
“Mobi-fy a sua loja virtual, tenha certeza que ela funciona em todos os canais, customize para iPhone, Android e iPad” recomendou a executiva da Google.
Ela acredita que as filas nas lojas irão acabar. Ninguém terá que esperar para ser atendido pelo checkout. “Os consumidores querem usar o seu tempo para procurar por produtos, não para pagar. Como resultado, o checkout one-click será a nova onda do futuro. O cliente vai fazer o self-checkout na loja e receber o produto em casa no dia seguinte. O celular é a nova carteira!
O Google está apostando as suas fichas na plataforma mobile na forma do Google Catalogs, o buscador “mobi-ficado”, as páginas para empresas na Google+ e o Google Offers (similar ao Groupon).
“A fusão do online com o offline irá criar uma experiência completamente nova para o consumidor”, diz Tilenius, “por conta dessa nova realidade cada experiência de compra do consumidor será customizada”.
Fonte: e-commerce brasil
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

Com estratégias apoiadas no desenvolvimento de aplicativos e players de diferentes segmentos, o m-commerce no Brasil está pouco a pouco se consolidando, apesar dos desafios, como a realidade multiplataforma e os diferentes níveis de maturidade dos equipamentos em uso no mercado, ainda existirem.
Mesmo incipientes, os exemplos se acumulam. No Mercado Livre, 2% do acesso já vêm de dispositivos móveis. A participação ainda é pequena, mas já representa 17 milhões de visualizações de página. O serviço de compras coletivas Clube de Desconto contabiliza 15 mil cupons vendidos por meio deste tipo de equipamento desde que lançou seu aplicativo para iPhone, em outubro do ano passado – no total, são vendidos em média 200 mil cupons ao mês.
“O número não é grande, mas vem crescendo”, diz o sócio-fundador e CEO do Clube de Desconto, Isaac Ezra, que também registra acessos móveis por meio do que ele chamou de Facebook-Commerce. “O Facebook é muito usado por esse usuário. Agora estamos pensando em desenvolver aplicativo para Android, porque tem mais no Brasil.”
Ezra participou do painel “M-Commerce e a Tecnologia de Conectividade das Redes: Uma Nova Experiência dos Usuários na Arte Milenar de Comprar e Vender”, na Futurecom 2011, junto de Igor Taquehara, diretor de projetos do UOL; Helisson Lemos, diretor de operações do Mercado Livre; Matias Attwell, diretor de mídias sociais e mobile do Terra; e Ricardo Ferro, gerente de mobile e acesso do IG.
A iniciativa do Clube de Desconto ilustra o estágio atual do m-commerce no País. A adaptação de conteúdos para diferentes plataformas desafia empresas e desenvolvedores. Levantamento do Terra, cujo número de usuários únicos foi multiplicado por seis no último ano, indica 13 mil dispositivos diferentes em uso no Brasil. Segundo Matias, a cada mês cerca de mil equipamentos móveis diversos acessam o portal, mas 40 tipos representam 90% das visualizações de página. “Temos de oferecer boa experiência para todos, desde aparelhos básicos com conexão GPRS e browser de baixa capacidade até os top de linha, com muito engajamento e consumo de mídia”, diz.
Proporcionar usabilidade independente da plataforma é uma das tarefas do grupo de desenvolvimento de aplicativos para conteúdo do UOL, que agora inicia uma frente para mobile payment. Segundo Taquehara, a fraqueza da conectividade no País é uma dificuldade extra. “Pagamento é associado a disponibilidade”, diz. Nesta área, a segurança é outro quesito que exige atenção. Sistemas de pagamento móveis com NFC (near feature communication, com leitura de dados de cartões por aproximação, por rádio frequência), adotados no Japão desde 2004 para pagamentos e que aqui sustentam serviços como crachás e o Bilhete Único, exigiriam por aqui criptografia de dados para evitar a captura de dados por terceiros, observou Ricardo Ferro.
O perfil do usuário móvel também deve ser levado em conta. “Cerca de 85% de usuários de internet móvel usam diariamente o dispositivo para conexão. Mas hoje no Brasil o principal uso de dados ainda é SMS”, diz Ferro. Uma das principais características buscadas pelos usuários é a rapidez. Como no segmento mobile o consumo e as atividades são marcadas pela urgência – o tempo médio de uma sessão é de cinco minutos – o serviço deve ser reduzido à sua essência. A outra questão é a confiança. “De forma geral o e-commerce já enfrenta a barreira emocional da segurança”, diz Helisson Lemos, do Mercado Livre. “Vai se dar melhor neste segmento quem misturar experiência perfeita em tela pequena com relações de confiança”, acrescenta Matias
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