t

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre! É o resultado das vendas no e-commerce no Brasil

R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre! É o resultado das vendas no e-commerce no Brasil

A cada dia cresce o número pessoas que aderem às compras online. Mais de quatro milhões de internautas fizeram a primeira compra pela internet no primeiro semestre deste ano, totalizando 27,4milhões e-consumidores.
O E-bit estima que o varejo eletrônico deva faturar em torno de R$18,7 bilhões até o final do ano. A expectativa para 2011 é de26% de crescimento em todo o mundo.
Neste início de ano, foram realizados 25 milhões de pedidos em seis meses em toda rede de e-commerce do País, o que gerou a rentabilidade de R$ 8,4 bilhões. Esse número equivale ao faturamento de todo o ano de 2008.
E ainda espera-se que mais 54 milhões de pedidos sejam feitos. O índice de 86,54% de satisfação dos clientes com o comércio virtual faz com que a cada dia novas pessoas façam a primeira compra por uma loja virtual e se tornem e-consumidores assíduos.
Fontes: E-bit, e-commerce brasil
LEIA TODO O POST

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

M-commerce ainda é tímido, mas ritmo de crescimento acelera

Com estratégias apoiadas no desenvolvimento de aplicativos e players de diferentes segmentos, o m-commerce no Brasil está pouco a pouco se consolidando, apesar dos desafios, como a realidade multiplataforma e os diferentes níveis de maturidade dos equipamentos em uso no mercado, ainda existirem.
Mesmo incipientes, os exemplos se acumulam. No Mercado Livre, 2% do acesso já vêm de dispositivos móveis. A participação ainda é pequena, mas já representa 17 milhões de visualizações de página. O serviço de compras coletivas Clube de Desconto contabiliza 15 mil cupons vendidos por meio deste tipo de equipamento desde que lançou seu aplicativo para iPhone, em outubro do ano passado – no total, são vendidos em média 200 mil cupons ao mês.
“O número não é grande, mas vem crescendo”, diz o sócio-fundador e CEO do Clube de Desconto, Isaac Ezra, que também registra acessos móveis por meio do que ele chamou de Facebook-Commerce. “O Facebook é muito usado por esse usuário. Agora estamos pensando em desenvolver aplicativo para Android, porque tem mais no Brasil.”
Ezra participou do painel “M-Commerce e a Tecnologia de Conectividade das Redes: Uma Nova Experiência dos Usuários na Arte Milenar de Comprar e Vender”, na Futurecom 2011, junto de Igor Taquehara, diretor de projetos do UOL; Helisson Lemos, diretor de operações do Mercado Livre; Matias Attwell, diretor de mídias sociais e mobile do Terra; e Ricardo Ferro, gerente de mobile e acesso do IG.
A iniciativa do Clube de Desconto ilustra o estágio atual do m-commerce no País. A adaptação de conteúdos para diferentes plataformas desafia empresas e desenvolvedores. Levantamento do Terra, cujo número de usuários únicos foi multiplicado por seis no último ano, indica 13 mil dispositivos diferentes em uso no Brasil. Segundo Matias, a cada mês cerca de mil equipamentos móveis diversos acessam o portal, mas 40 tipos representam 90% das visualizações de página. “Temos de oferecer boa experiência para todos, desde aparelhos básicos com conexão GPRS e browser de baixa capacidade até os top de linha, com muito engajamento e consumo de mídia”, diz.
Proporcionar usabilidade independente da plataforma é uma das tarefas do grupo de desenvolvimento de aplicativos para conteúdo do UOL, que agora inicia uma frente para mobile payment. Segundo Taquehara, a fraqueza da conectividade no País é uma dificuldade extra. “Pagamento é associado a disponibilidade”, diz. Nesta área, a segurança é outro quesito que exige atenção. Sistemas de pagamento móveis com NFC (near feature communication, com leitura de dados de cartões por aproximação, por rádio frequência), adotados no Japão desde 2004 para pagamentos e que aqui sustentam serviços como crachás e o Bilhete Único, exigiriam por aqui criptografia de dados para evitar a captura de dados por terceiros, observou Ricardo Ferro.
O perfil do usuário móvel também deve ser levado em conta. “Cerca de 85% de usuários de internet móvel usam diariamente o dispositivo para conexão. Mas hoje no Brasil o principal uso de dados ainda é SMS”, diz Ferro. Uma das principais características buscadas pelos usuários é a rapidez. Como no segmento mobile o consumo e as atividades são marcadas pela urgência – o tempo médio de uma sessão é de cinco minutos – o serviço deve ser reduzido à sua essência. A outra questão é a confiança. “De forma geral o e-commerce já enfrenta a barreira emocional da segurança”, diz Helisson Lemos, do Mercado Livre. “Vai se dar melhor neste segmento quem misturar experiência perfeita em tela pequena com relações de confiança”, acrescenta Matias
LEIA TODO O POST
Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords

Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords


Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords


A partir de outubro, o +1 do Google também poderá ser visto em banners do AdWords. Clicando no botao, o usuário estará recomendando aquela publicidade para seus contatos, assim como já acontece com os links patrocinados e outros resultados de buscas. Isso significa que, quando estiver logado na sua conta do Google, vc verá quais peças publicitárias foram recomendadas por seus amigos. Veja abaixo como o +1 será visto nos banners nas versoes desktop e mobile.

Botao +1 em breve também estará disponível nas peças do Google AdWords

Fonte:Inside AdWords.
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Processos essenciais para incrementar o e-commerce

Processos essenciais para incrementar o e-commerce


Se as previsões da e-Bit (empresa provedora de informações sobre o e-commerce no Brasil) se confirmarem, o comércio eletrônico deverá ter encerrado o primeiro semestre de 2011 com um faturamento de R$ 8,8 bilhões, o que representa mais do que todas as vendas somadas em 2008 (R$ 8,2 bilhões). Os números mostram a força e o crescimento do setor, que deve chegar aos R$ 20 bilhões até o final do ano.
Com o mercado em expansão, é natural que as pequenas e médias empresas se sintam estimuladas a investir nesse canal de vendas, na esperança de aproveitar o momento de explosão do e-commerce. No entanto, o
comércio eletrônico não traz apenas oportunidades.
Recebo semanalmente várias solicitações de empresários dos mais diversos segmentos interessados em investir em soluções de e-commerce. Todos querem saber os detalhes sobre os recursos da plataforma,
segurança, gestão dos estoques, sistema de pagamentos, atualização de produtos, preço e prazo de implementação. Ninguém pergunta sobre como promover a loja ou atrair consumidores. Poucos se mostram interessados quando eu faço esse questionamento, como se estivesse falando sobre um assunto sem relação nenhuma com o que precisam.
A preocupação com a promoção e a publicidade só aparece em um segundo momento, quando a loja já está no ar, mas sem o índice de visitações nem de compras esperado. É quando surgem também as dúvidas: o que estou fazendo de errado? Por que meu concorrente vende mais? Por que a loja dele aparece na frente da minha no Google? Mas, até chegar a esse ponto, a empresa talvez já tenha perdido tempo e dinheiro que poderiam ter sido investidos na promoção e na publicidade que a diferenciariam.
Conscientizar-se de que o “aparecer” é tão importante quanto o “estar” na internet é o maior desafio da PME para tornar sua operação de e-commerce relevante para os negócios. Afinal, de pouco adianta ter uma loja bem estruturada se o cliente não sabe que ela existe.
Outro engano comum é considerar que basta investir em publicidade para aparecer e ter retorno. A loja pode até se tornar conhecida, mas será que isso é suficiente para persuadir o potencial cliente a comprar?
Para começar a resolver estas questões de destacar sua operação de e-commerce no mercado, há seis pontos essenciais que precisam ser levados me consideração:
1. Aprenda como o seu cliente pensa:
Atualmente, as empresas medem resultados usando apenas dois indicadores: taxa de conversão e número de transações. É uma forma muito limitada de avaliação, pois é como se observasse apenas a ponta de um iceberg. Na verdade, o consumidor passa por várias etapas para realizar uma compra na internet. Ele pesquisa produtos, marcas e preços, escolhe e compara as condições oferecidas pelas lojas, busca opinião de outros clientes na própria loja ou nas redes sociais. E cada um desses procedimentos tem peso em sua
decisão em relação à escolha do item e da loja que vai preferir.
2. Domine os fatores-chave de sucesso:
Fator-chave de sucesso é o aspecto essencial para um negócio ser bem sucedido em sua área de atuação. No e-commerce, três fatores-chave são preço competitivo, prazo de entrega e comodidade para
pagamento. Sem eles, não há chance de concorrer no mercado, então invista para estar pelo menos no mesmo patamar que os seus concorrentes nestes indicadores.
Aproveite todas as oportunidades de contato com o cliente para medir o seu grau de satisfação nesses três aspectos por meio de uma rápida enquete e aprimore seus fatores-chave de sucesso.
3. Crie um diferencial:
Se a sua empresa se destacar em um ou mais fatores-chave de sucesso em relação aos concorrentes e ao mercado em geral, parabéns. Você obteve um diferencial e deve explorá-lo para se tornar uma referência e atrair consumidores para a sua loja. Oferece o preço mais baixo, a entrega mais rápida ou as melhores condições de pagamento do mercado? Não tenha vergonha de escancarar esses benefícios no site.
Mesmo não sendo o mais barato, o mais rápido ou o que aceita qualquer pagamento, sua empresa pode criar um diferencial. Pode ser a única em seu segmento a ter maior variedade de uma determinada categoria, oferecer produtos exclusivos, fazer as promoções mais criativas.
Avalie o mercado, o perfil do seu público-alvo e a sua loja e descubra quais diferenciais você pode explorar.
4. Marque presença na internet:
Até aqui você se dedicou a criar bons motivos para os consumidores visitarem e comprarem na sua loja. Agora precisamos divulgar que ela existe e a melhor forma de fazer isso é por meio da publicidade online. O
primeiro passo é investir onde poderá se encontrado com mais facilidade: em buscadores como Google, Yahoo! e MSN Bing. Afinal, a primeira coisa que a maioria das pessoas faz quando precisa de alguma coisa na internet é acessar um desses sites. Estar nas primeiras colocações das pesquisas significa grandes chances de atrair clientes em potencial para o seu site.
Há duas formas de fazer isso. Na chamada otimização em sites de busca (SEO), a aplicação de uma série de técnicas faz seu site ser visto como mais relevante em relação a outros e assim conseguir as melhores
colocações na pesquisa de uma determinada palavra-chave. Na publicidade em sites de busca (SEM), você investe em links patrocinados (um tipo de classificado ao lado dos resultados da pesquisa) ou redes de conteúdo (seus anúncios aparecem junto com o conteúdo relacionado aos seus produtos em sites, blogs e portais parceiros do buscador).
Há diversas formas de publicidade online, mas o SEM e o SEO são as mais indicadas para começar a promover a sua loja.
5. Relacione-se com seus clientes:
Mesmo que esteja interessado em um produto, você já sai comprando na primeira abordagem do vendedor? É muito provável que não. Porém, no papel de vendedor da loja virtual, é isso que você espera de todo visitante que entra no seu site, não é mesmo?
Até agora viemos preparando o terreno. A pessoa pesquisou pelo produto, encontrou o seu site, achou o diferencial interessante e resolver visitá-lo. Gostou das ofertas, dos produtos e das informações e… resolveu não comprar desta vez. O que você faz?
Se for um bom e atencioso vendedor, mesmo se depois de toda sua ajuda o cliente optou por não efetivar a compra, você deixou o seu cartão para ele se lembrar da loja. Podemos fazer o mesmo por meio da newsletter. No e-commerce, o e-mail de um cliente vale ouro. Tenha ou não feito a compra no momento, ao deixar o seu e-mail para receber a newsletter, ele está autorizando você a estabelecer um relacionamento com a sua loja.
Por isso o e-mail marketing é considerado hoje a principal ferramenta de relacionamento com os consumidores. Desde que, é claro, seja bem utilizada. Para gerar resultados efetivos, esqueças as listas e as
mensagens genéricas que só geram spams para se dedicar a construir uma base de e-mails de pessoas realmente interessadas nas ofertas da sua loja. Use ferramentas de disparo de e-mails que forneçam relatórios pormenorizados. Monitore o que as pessoas se interessaram, faça uma segmentação e personalize suas mensagens de acordo com esses interesses.
É muito mais trabalhoso, mas os resultados compensam. No Brasil, há casos de empresas que aumentaram a taxa de cliques por e-mail aberto (indicador de interesse pelas ofertas) de 0,2% para 19%.
Tenha consciência de que e-mail marketing é uma forma de relacionamento e não venda direta. Invista em uma base de dados e em tecnologias que possibilitem transformar esse relacionamento em vendas, e não
em spams.
6. Aprenda com os líderes de mercado:
Acompanhe sistematicamente os grandes portais de e-commerce tanto no Brasil quanto no exterior. Assine as newsletters, siga-as as redes sociais, visite e navegue nos sites semanalmente em busca de
novidades.
Essas empresas investem pesadamente no aprimoramento da usabilidade, em novos recursos e em formas de relacionamento e, se você souber avaliar, podem ser uma excelente fonte de aprendizado para a sua própria loja.
Fonte: e-commerce brasil
LEIA TODO O POST

Nuvem renova fôlego para negócios em SOA

A arquitetura voltada a serviços (da sigla em inglês, SOA) não é nova, mas parece estar ganhando um novo fôlego com o advento da computação em nuvem. Para Kleber Bacili, CTO da Sensedia, o movimento se explica pelas facilidades que a arquitetura traz para as empresas que estejam planejando migrar seus aplicativos, ou parte deles, para a nuvem.“Muitas empresas estão transportando parte de seus negócios para a nuvem e para as que já tinham investimentos em SOA, essa migração é mais simples”, afirma. Segundo Bacili, isso acontece porque movimentar módulos – principal característica da arquitetura – de um lugar para outro é mais simples do que fazê-lo com aplicativos inteiros.Por conta disso, a companhia tem sentido uma aceleração nos investimentos em SOA. Criada em 2007, a partir de uma parceria entre o grupo CI&T e a Unicamp, a Sensedia é especializada em soluções de governança SOA, e tem sentido os impactos deste movimento. Bacili comenta que, desde sua fundação, a companhia vem crescendo em média 57% ao ano.“No segundo semestre do ano passado tivemos um movimento forte e fechamos o ano com crescimento de 84%. Este ano a expectativa é crescer mais de 70%”, diz. E o cloud tem participação nisso: hoje, 20% dos projetos coordenados pela empresa são pensados para migração para cloud computing.O executivo comenta que alguns destes clientes estão preparando pacotes de conexão, que vão integrar soluções em cloud, como aplicativos de CRM, a sistemas especialistas instalados internamente, como sistemas de gestão.Também no caso dos clientes da Sensedia, os aplicativos críticos continuam distantes da nuvem. “Temos visto ambientes de teste e homologação e provas de conceito que, uma vez feitas, retornam para os ambientes internos”, lembra.Bacili acredita que o percentual de projetos SOA voltados para cloud computing tende a aumentar. “Muitas empresas estão curiosas em saber como funciona e quais serviços podem ser utilizados. Estão abertas para ouvir sobre o assunto”, diz.Além da arquitetura para migração, a Sensedia tem também um repositório em cloud, oferecido como serviço aos seus clientes. “Também é voltado a projetos de migração e ajuda as empresas e gerenciar pendências entre a nuvem e o legado. Fica hospedado na Amazon”, diz.



LEIA TODO O POST

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vendas online ao exterior estão regulamentadas pelo BC

Vendas online ao exterior estão regulamentadas pelo BC


O Banco Central publicou ontem (17/08) circular com a regulamentação dos chamados "facilitadores de pagamento", que são as empresas que garantem o pagamento pelos bens e serviços vendidos ao exterior negociados pelo comércio eletrônico.
A aprovação desse novo instrumento de pagamentos havia sido aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim do mês passado.
A decisão do CMN abre a possibilidade para que as empresas brasileiras usem essas empresas facilitadoras para que os pagamentos sejam garantidos. "A medida elimina uma assimetria até então existente desfavorável às empresas brasileiras, passando a permitir aos exportadores nacionais competir, no ambiente de comércio eletrônico, em condições similares com seus concorrentes estrangeiros", explicou o BC.
O CMN espera aumento das vendas por internet, especialmente por empresas desconhecidas no exterior, como micro e pequenos exportadores. A medida também deve facilitar o recebimento de valores por parte de pequenos hotéis, pousadas e prestadores serviços turísticos, instrumento que deve facilitar reservas de estrangeiros na Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
Fonte: infoExame
LEIA TODO O POST

sexta-feira, 29 de julho de 2011

As mudanças do consumidor na hora da compra

As mudanças do consumidor na hora da compra


O jeito de fazer compras está mudando e as estratégias de marketing antigas não estão conseguindo se sustentar. Enquanto o consumidor compra um pacote de cereal, ingressos para um show ou uma lua-de-mel em Paris, a Internet muda como a forma como acontece a decisão da compra.
Hoje, somos todos exploradores digitais, procurando por avaliações online, opiniões nas redes sociais, vídeos e muitos detalhes sobre produtos antes de compra-los. O marketing evoluiu e as estratégias de marketing modernas precisam se desenvolver de acordo com as mudanças na forma de se fazer compras.
No Google, isso é chamado de momento de decisão online, ou “Zero Momento f Truth”, ou simplesmente, ZMOT.
O ZMOT é um poderoso e-book escrito por Jim Lecinski, Diretor de vendas e serviços para os EUA e evangelista chefe do ZMOT. Jim compartilha como estar na frente neste momento crucial do novo marketing, respaldado por pesquisas de mercado exclusivas, histórias pessoais e insights de executivos de empresas como General Electric, Johnson & Johnson e Vivaki.
Se você é um profissional de marketing, diretor, representante de vendas ou um futuro empreendedor, este livro irá ajudá-lo a entender esta mudança no ambiente de marketing e mostra-lo estratégias que o levarão para a vitória.
Para saber mais sobre o ZMOT, assista ao vídeo a seguir:
Para ler ou fazer o download do livro (em inglês), basta vê-lo a seguir:
Fonte: e-commerce Brasil
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cai Tráfego do Google +

Cai Tráfego do Google +


Cai Tráfego do Google +

Depois de um começo volumoso, o crescimento do Google + pode desacelerar um pouco. Um relatório da Experian Hitwise analisou tanto o tráfego quanto o tempo médio que os usuários gastam na rede social, e mostrou que caiu na semana passada nos EUA.

O Total de visitas no Google + caiu sobre 3% num total de 1,7milhões nos EUA em comparação com a semana que terminou em 23 de julho, de acordo com a empresa de pesquisa. O site recebeu 1.860.000 visitas na semana anterior. O tempo médio no site caiu 10%, passando de 5 minutos e 50 segundos, para 5 minutos e 15 segundos.

Matt Tatham, um representante da Experian Hitwise, teve o cuidado de não exagerar nos resultados. "Esta não é uma queda enorme", diz ele. A empresa extrai suas análises a partir de dados de ISPs e de um opt-in do painel de cerca de 2,5 milhões de usuários.

O relatório vem após o tráfego do Google + ter uma escalada constante desde a sua estreia 28 de junho. Na semana passada, a comScore informou que a rede atingiu 20 milhões de visitantes únicos.
Alguns ficaram tão apaixonados pelo Google + que encerram suas contas do Facebook e mudando toda a sua atividade para a nova rede.

O que você acha? A grande novidade do Google + esta desgastada? Ou é apenas um pontinho no caminho para a dominação mundial? Deixe-nos saber seus comentários.


Sobre a Experian Hitwise: um dos lideres mundiais na análise de tréfego de informação, fornecendo dados de análises em mais de 65 países. Conta com mais de 100.000 clientes e uma receita anual aproximada em U$ 4 bilhões.

Fonte: Mashable.com
LEIA TODO O POST

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Depois de três meses de deflação, comércio eletrônico tem leve alta

Depois de três meses de deflação, comércio eletrônico tem leve alta

Produtos vendidos pela internet subiram, em média, 0,04% em julho.
Segmentos de livros, perfumes e cosméticos tiveram queda no período.


Os preços dos produtos vendidos pela internet subiram, em média, 0,04% em julho, segundo o índice e-Flation, apurado pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA).
O leve avanço nos preços, ou estabilidade, segue-se a um recuo de 1,5% registrado em junho, o terceiro mês de uma sequência deflacionária.
Apresentaram preços mais baixos no mês os segmentos de telefonia e celulares, com queda de 3,5%; livros, de 2,7%; perfumes e cosméticos, de 1,5%; medicamentos, de 0,8%; informática, de 0,5%; e brinquedos, de 0,2%.
As altas foram apuradas nas categorias cine e foto, de 4,1%; eletroportáteis, de 1,2%; linha branca, de 1,1%, eletroeletrônicos, de 0,05% e CDs e DVDs, de 0,04%.
O e-Flation é apurado entre a segunda quinzena do mês anterior e a primeira do mês de referência. A cesta de cada categoria é composta pelos itens mais anunciados nos sites de maior procura pelos internautas.

Fonte: G1
LEIA TODO O POST
Qual mailing utilizar para ter um bom resultado numa campanha de e-mail marketing?

Qual mailing utilizar para ter um bom resultado numa campanha de e-mail marketing?

E-mail marketing: qual mailing usar?

Utilizar campanha de e-mail marketing é uma forte arma para uma empresa aumentar suas vendas, comunicar suas novidades com seu público, oferecer conteúdo de qualidade e fazer pesquisa online, mas muitos não sabem aproveitar essa ferramenta e pensam que o que vale é a quantidade de disparos realizados.

Se o que valesse mesmo fosse a quantidade de envios, independente da procedência da lista ou, até mesmo, do público receptor da informação, seria muito fácil. Era só uma empresa poder comprar uma mega lista, dessas que vemos a todo momento disponível para venda na internet, e ganhar muito dinheiro. Mas as coisas não são tão simples assim.

Para que uma campanha de e-mail marketing seja bem sucedida, esta deverá atingir o público que deseja consumir a informação contida naquela mensagem, caso contrário poderá oferecer, por exemplo, um curso online voltado ao profissional da saúde para um contador ou uma notícia voltada para educadores enviada para alunos.

As mailings devem ser bem organizadas com e-mails existentes e fidedignos, caso contrário o investimento, financeiro ou de tempo, não compensará e o resultado será insignificante. Podendo, em alguns casos, até prejudicar a reputação de um negócio.

São várias as formas de enviar uma campanha de e-mail marketing, sendo por malings próprias, de terceiros e compradas. Antes de escrever este artigo fiz alguns testes de envios por diversas listas e deixo uma análise breve de cada uma, com suas vantagens e desvantagens:

Mailing de terceiros
Mailing de terceiros é quando se compra disparos de e-mails para listas de associações, conselhos de classe, sindicato, editoras da área, além de blogueiros que oferecem esse serviço e que estejam ligados ao negócio de uma empresa. Enfim, são envios onde, normalmente, se paga pelos disparos, mas a empresa não toma posse daqueles contatos.

Essa forma de envio pode dar um bom retorno se a empresa contratada for séria e atualizar constantemente a sua lista. Porém é bom que se faça uma análise do custo benefício, da empresa e do retorno que o envio poderá proporcionar para o negócio. Dependendo do nicho e do serviço contratado, pode-se encontrar bons preços e obter um bom retorno.

Vantagens:

O e-mail terá a “Assinatura” da empresa contratada. É como se a empresa ou blog contratado estivesse endossando o produto.
O resultado é imediato.
Investimento baixo (dependendo do nicho e da empresa contratada).
Não é necessário estrutura para realizar os envios, uma vez que tudo é feito pela empresa contratada.
Normalmente essas empresas pedem permissão para envios de materiais de parceiros - opt-in.
Observação: É interessante solicitar o relatório para a empresa contratada com o resultado dos envios.

Desvantagens:

O resultado é apenas de curto prazo.
A mailing da empresa pode estar desatualizada.
Algumas empresas cobram um valor alto por envio de campanha.
Mailing comprada
Essa é a pior forma de enviar as campanhas de e-mail marketing, pois são listas compradas e que não são confiáveis. A empresa que adquire essa lista poderá usá-la como achar melhor e por tempo indeterminado, mas os donos dos dados não sabem da existência da empresa que a adquiriu seu contato.

Envios de e-mails para essas listas são considerados SPAM, pois a empresa que a adquiriu não solicitou o envio para os proprietários daqueles contatos. O mesmo acontece para as outras empresas que comprarem essa mesma lista.

Vantagens:

Se pudéssemos falar em vantagens para gastar dinheiro e tempo com essas listas, seria que as listas são baratas e fáceis de conseguir, mas esse é o tipo de oferta onde o barato sai caro.

Desvantagens:

O retorno é baixíssimo.
A taxa de abertura e de clique é muito baixa.
Se a lista está a venda, qualquer um pode comprar, logo aqueles contatos receberão diversos e-mails não solicitados e o seu será mais um e passará despercebido.
As listas podem estar totalmente desatualizadas, com contatos inexistentes e informações não confiáveis.
Esses contatos não solicitaram o envio de e-mails da empresa que comprou a lista (opt-in).
O IP e o domínio da empresa podem ser prejudicados, pois os e-mails poderão ser denunciados e ir parar na lista negra - o que irá prejudicar as próximas campanhas.
Mailing própria
Essa é a melhor opção para envios de e-mail marketing, pois é uma lista construída pela empresa que irá enviar as campanhas - o que permite organizar os contatos de forma segmentada visando atingir a pessoa que tem interesse na informação enviada.

Com uma mailing própria, a chance de se ter um resultado bom é bem maior que as outras alternativas. Para que uma pessoa tenha interesse em fazer parte de uma lista, a empresa deve oferecer alguma coisa que desperte a atenção pelo conteúdo que será oferecido.

Algumas alternativas para as pessoas se cadastrarem em uma mailing é oferecer atrativos como, por exemplo, e-book gratuito, demonstrativo de um software, demonstrativo de um curso, promoções exclusivas para os assinantes daquela lista. Enfim, são várias as possibilidades para chamar a atenção de uma pessoa para sua mailing.

Vantagens:

Boa taxa de abertura e de clique.
Campanhas apresentam um bom desempenho.
Resultado em médio e longo prazo.
Permite a segmentação dos envios por preferências do público.
Desvantagens:

É necessário tempo para se ter uma boa lista de contatos ou um alto investimento para atrair pessoas para participar da sua base de contatos.
Conclusão
No e-mail marketing tem que haver interesse do público em receber a informação de uma empresa. Por isso, é de extrema importância ter o aval das pessoas que irão receber seus e-mails (opt-in), ou, pelo menos, ter tido um contato prévio com os possíveis assinantes.

Outro ponto importante é a organização das listas de contato para atingir o público certo com a mensagem adequada. Use o bom senso e escolha o formato que melhor se encaixa para sua empresa. No final o resultado é positivo para todos.

Fonte: Ricardo Nazar (Blog iMasters)
LEIA TODO O POST
Página inicial