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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Nuvem renova fôlego para negócios em SOA

A arquitetura voltada a serviços (da sigla em inglês, SOA) não é nova, mas parece estar ganhando um novo fôlego com o advento da computação em nuvem. Para Kleber Bacili, CTO da Sensedia, o movimento se explica pelas facilidades que a arquitetura traz para as empresas que estejam planejando migrar seus aplicativos, ou parte deles, para a nuvem.“Muitas empresas estão transportando parte de seus negócios para a nuvem e para as que já tinham investimentos em SOA, essa migração é mais simples”, afirma. Segundo Bacili, isso acontece porque movimentar módulos – principal característica da arquitetura – de um lugar para outro é mais simples do que fazê-lo com aplicativos inteiros.Por conta disso, a companhia tem sentido uma aceleração nos investimentos em SOA. Criada em 2007, a partir de uma parceria entre o grupo CI&T e a Unicamp, a Sensedia é especializada em soluções de governança SOA, e tem sentido os impactos deste movimento. Bacili comenta que, desde sua fundação, a companhia vem crescendo em média 57% ao ano.“No segundo semestre do ano passado tivemos um movimento forte e fechamos o ano com crescimento de 84%. Este ano a expectativa é crescer mais de 70%”, diz. E o cloud tem participação nisso: hoje, 20% dos projetos coordenados pela empresa são pensados para migração para cloud computing.O executivo comenta que alguns destes clientes estão preparando pacotes de conexão, que vão integrar soluções em cloud, como aplicativos de CRM, a sistemas especialistas instalados internamente, como sistemas de gestão.Também no caso dos clientes da Sensedia, os aplicativos críticos continuam distantes da nuvem. “Temos visto ambientes de teste e homologação e provas de conceito que, uma vez feitas, retornam para os ambientes internos”, lembra.Bacili acredita que o percentual de projetos SOA voltados para cloud computing tende a aumentar. “Muitas empresas estão curiosas em saber como funciona e quais serviços podem ser utilizados. Estão abertas para ouvir sobre o assunto”, diz.Além da arquitetura para migração, a Sensedia tem também um repositório em cloud, oferecido como serviço aos seus clientes. “Também é voltado a projetos de migração e ajuda as empresas e gerenciar pendências entre a nuvem e o legado. Fica hospedado na Amazon”, diz.



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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vendas online ao exterior estão regulamentadas pelo BC

Vendas online ao exterior estão regulamentadas pelo BC


O Banco Central publicou ontem (17/08) circular com a regulamentação dos chamados "facilitadores de pagamento", que são as empresas que garantem o pagamento pelos bens e serviços vendidos ao exterior negociados pelo comércio eletrônico.
A aprovação desse novo instrumento de pagamentos havia sido aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim do mês passado.
A decisão do CMN abre a possibilidade para que as empresas brasileiras usem essas empresas facilitadoras para que os pagamentos sejam garantidos. "A medida elimina uma assimetria até então existente desfavorável às empresas brasileiras, passando a permitir aos exportadores nacionais competir, no ambiente de comércio eletrônico, em condições similares com seus concorrentes estrangeiros", explicou o BC.
O CMN espera aumento das vendas por internet, especialmente por empresas desconhecidas no exterior, como micro e pequenos exportadores. A medida também deve facilitar o recebimento de valores por parte de pequenos hotéis, pousadas e prestadores serviços turísticos, instrumento que deve facilitar reservas de estrangeiros na Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.
Fonte: infoExame
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

As mudanças do consumidor na hora da compra

As mudanças do consumidor na hora da compra


O jeito de fazer compras está mudando e as estratégias de marketing antigas não estão conseguindo se sustentar. Enquanto o consumidor compra um pacote de cereal, ingressos para um show ou uma lua-de-mel em Paris, a Internet muda como a forma como acontece a decisão da compra.
Hoje, somos todos exploradores digitais, procurando por avaliações online, opiniões nas redes sociais, vídeos e muitos detalhes sobre produtos antes de compra-los. O marketing evoluiu e as estratégias de marketing modernas precisam se desenvolver de acordo com as mudanças na forma de se fazer compras.
No Google, isso é chamado de momento de decisão online, ou “Zero Momento f Truth”, ou simplesmente, ZMOT.
O ZMOT é um poderoso e-book escrito por Jim Lecinski, Diretor de vendas e serviços para os EUA e evangelista chefe do ZMOT. Jim compartilha como estar na frente neste momento crucial do novo marketing, respaldado por pesquisas de mercado exclusivas, histórias pessoais e insights de executivos de empresas como General Electric, Johnson & Johnson e Vivaki.
Se você é um profissional de marketing, diretor, representante de vendas ou um futuro empreendedor, este livro irá ajudá-lo a entender esta mudança no ambiente de marketing e mostra-lo estratégias que o levarão para a vitória.
Para saber mais sobre o ZMOT, assista ao vídeo a seguir:
Para ler ou fazer o download do livro (em inglês), basta vê-lo a seguir:
Fonte: e-commerce Brasil
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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Cai Tráfego do Google +

Cai Tráfego do Google +


Cai Tráfego do Google +

Depois de um começo volumoso, o crescimento do Google + pode desacelerar um pouco. Um relatório da Experian Hitwise analisou tanto o tráfego quanto o tempo médio que os usuários gastam na rede social, e mostrou que caiu na semana passada nos EUA.

O Total de visitas no Google + caiu sobre 3% num total de 1,7milhões nos EUA em comparação com a semana que terminou em 23 de julho, de acordo com a empresa de pesquisa. O site recebeu 1.860.000 visitas na semana anterior. O tempo médio no site caiu 10%, passando de 5 minutos e 50 segundos, para 5 minutos e 15 segundos.

Matt Tatham, um representante da Experian Hitwise, teve o cuidado de não exagerar nos resultados. "Esta não é uma queda enorme", diz ele. A empresa extrai suas análises a partir de dados de ISPs e de um opt-in do painel de cerca de 2,5 milhões de usuários.

O relatório vem após o tráfego do Google + ter uma escalada constante desde a sua estreia 28 de junho. Na semana passada, a comScore informou que a rede atingiu 20 milhões de visitantes únicos.
Alguns ficaram tão apaixonados pelo Google + que encerram suas contas do Facebook e mudando toda a sua atividade para a nova rede.

O que você acha? A grande novidade do Google + esta desgastada? Ou é apenas um pontinho no caminho para a dominação mundial? Deixe-nos saber seus comentários.


Sobre a Experian Hitwise: um dos lideres mundiais na análise de tréfego de informação, fornecendo dados de análises em mais de 65 países. Conta com mais de 100.000 clientes e uma receita anual aproximada em U$ 4 bilhões.

Fonte: Mashable.com
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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Depois de três meses de deflação, comércio eletrônico tem leve alta

Depois de três meses de deflação, comércio eletrônico tem leve alta

Produtos vendidos pela internet subiram, em média, 0,04% em julho.
Segmentos de livros, perfumes e cosméticos tiveram queda no período.


Os preços dos produtos vendidos pela internet subiram, em média, 0,04% em julho, segundo o índice e-Flation, apurado pelo Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA).
O leve avanço nos preços, ou estabilidade, segue-se a um recuo de 1,5% registrado em junho, o terceiro mês de uma sequência deflacionária.
Apresentaram preços mais baixos no mês os segmentos de telefonia e celulares, com queda de 3,5%; livros, de 2,7%; perfumes e cosméticos, de 1,5%; medicamentos, de 0,8%; informática, de 0,5%; e brinquedos, de 0,2%.
As altas foram apuradas nas categorias cine e foto, de 4,1%; eletroportáteis, de 1,2%; linha branca, de 1,1%, eletroeletrônicos, de 0,05% e CDs e DVDs, de 0,04%.
O e-Flation é apurado entre a segunda quinzena do mês anterior e a primeira do mês de referência. A cesta de cada categoria é composta pelos itens mais anunciados nos sites de maior procura pelos internautas.

Fonte: G1
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Qual mailing utilizar para ter um bom resultado numa campanha de e-mail marketing?

Qual mailing utilizar para ter um bom resultado numa campanha de e-mail marketing?

E-mail marketing: qual mailing usar?

Utilizar campanha de e-mail marketing é uma forte arma para uma empresa aumentar suas vendas, comunicar suas novidades com seu público, oferecer conteúdo de qualidade e fazer pesquisa online, mas muitos não sabem aproveitar essa ferramenta e pensam que o que vale é a quantidade de disparos realizados.

Se o que valesse mesmo fosse a quantidade de envios, independente da procedência da lista ou, até mesmo, do público receptor da informação, seria muito fácil. Era só uma empresa poder comprar uma mega lista, dessas que vemos a todo momento disponível para venda na internet, e ganhar muito dinheiro. Mas as coisas não são tão simples assim.

Para que uma campanha de e-mail marketing seja bem sucedida, esta deverá atingir o público que deseja consumir a informação contida naquela mensagem, caso contrário poderá oferecer, por exemplo, um curso online voltado ao profissional da saúde para um contador ou uma notícia voltada para educadores enviada para alunos.

As mailings devem ser bem organizadas com e-mails existentes e fidedignos, caso contrário o investimento, financeiro ou de tempo, não compensará e o resultado será insignificante. Podendo, em alguns casos, até prejudicar a reputação de um negócio.

São várias as formas de enviar uma campanha de e-mail marketing, sendo por malings próprias, de terceiros e compradas. Antes de escrever este artigo fiz alguns testes de envios por diversas listas e deixo uma análise breve de cada uma, com suas vantagens e desvantagens:

Mailing de terceiros
Mailing de terceiros é quando se compra disparos de e-mails para listas de associações, conselhos de classe, sindicato, editoras da área, além de blogueiros que oferecem esse serviço e que estejam ligados ao negócio de uma empresa. Enfim, são envios onde, normalmente, se paga pelos disparos, mas a empresa não toma posse daqueles contatos.

Essa forma de envio pode dar um bom retorno se a empresa contratada for séria e atualizar constantemente a sua lista. Porém é bom que se faça uma análise do custo benefício, da empresa e do retorno que o envio poderá proporcionar para o negócio. Dependendo do nicho e do serviço contratado, pode-se encontrar bons preços e obter um bom retorno.

Vantagens:

O e-mail terá a “Assinatura” da empresa contratada. É como se a empresa ou blog contratado estivesse endossando o produto.
O resultado é imediato.
Investimento baixo (dependendo do nicho e da empresa contratada).
Não é necessário estrutura para realizar os envios, uma vez que tudo é feito pela empresa contratada.
Normalmente essas empresas pedem permissão para envios de materiais de parceiros - opt-in.
Observação: É interessante solicitar o relatório para a empresa contratada com o resultado dos envios.

Desvantagens:

O resultado é apenas de curto prazo.
A mailing da empresa pode estar desatualizada.
Algumas empresas cobram um valor alto por envio de campanha.
Mailing comprada
Essa é a pior forma de enviar as campanhas de e-mail marketing, pois são listas compradas e que não são confiáveis. A empresa que adquire essa lista poderá usá-la como achar melhor e por tempo indeterminado, mas os donos dos dados não sabem da existência da empresa que a adquiriu seu contato.

Envios de e-mails para essas listas são considerados SPAM, pois a empresa que a adquiriu não solicitou o envio para os proprietários daqueles contatos. O mesmo acontece para as outras empresas que comprarem essa mesma lista.

Vantagens:

Se pudéssemos falar em vantagens para gastar dinheiro e tempo com essas listas, seria que as listas são baratas e fáceis de conseguir, mas esse é o tipo de oferta onde o barato sai caro.

Desvantagens:

O retorno é baixíssimo.
A taxa de abertura e de clique é muito baixa.
Se a lista está a venda, qualquer um pode comprar, logo aqueles contatos receberão diversos e-mails não solicitados e o seu será mais um e passará despercebido.
As listas podem estar totalmente desatualizadas, com contatos inexistentes e informações não confiáveis.
Esses contatos não solicitaram o envio de e-mails da empresa que comprou a lista (opt-in).
O IP e o domínio da empresa podem ser prejudicados, pois os e-mails poderão ser denunciados e ir parar na lista negra - o que irá prejudicar as próximas campanhas.
Mailing própria
Essa é a melhor opção para envios de e-mail marketing, pois é uma lista construída pela empresa que irá enviar as campanhas - o que permite organizar os contatos de forma segmentada visando atingir a pessoa que tem interesse na informação enviada.

Com uma mailing própria, a chance de se ter um resultado bom é bem maior que as outras alternativas. Para que uma pessoa tenha interesse em fazer parte de uma lista, a empresa deve oferecer alguma coisa que desperte a atenção pelo conteúdo que será oferecido.

Algumas alternativas para as pessoas se cadastrarem em uma mailing é oferecer atrativos como, por exemplo, e-book gratuito, demonstrativo de um software, demonstrativo de um curso, promoções exclusivas para os assinantes daquela lista. Enfim, são várias as possibilidades para chamar a atenção de uma pessoa para sua mailing.

Vantagens:

Boa taxa de abertura e de clique.
Campanhas apresentam um bom desempenho.
Resultado em médio e longo prazo.
Permite a segmentação dos envios por preferências do público.
Desvantagens:

É necessário tempo para se ter uma boa lista de contatos ou um alto investimento para atrair pessoas para participar da sua base de contatos.
Conclusão
No e-mail marketing tem que haver interesse do público em receber a informação de uma empresa. Por isso, é de extrema importância ter o aval das pessoas que irão receber seus e-mails (opt-in), ou, pelo menos, ter tido um contato prévio com os possíveis assinantes.

Outro ponto importante é a organização das listas de contato para atingir o público certo com a mensagem adequada. Use o bom senso e escolha o formato que melhor se encaixa para sua empresa. No final o resultado é positivo para todos.

Fonte: Ricardo Nazar (Blog iMasters)
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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pesquisa revela quatro verdades sobre busca feminina online

Pesquisa revela quatro verdades sobre busca feminina online

Pesquisa revela quatro verdades sobre busca feminina online!

Uma pesquisa realizada pelo portal BabyCenter em parceria com o Google revelou que as mulheres tendem a usar mais as ferramentas de busca quando se tornam mães. O estudo indica quatro tendências classificadas como “verdades” sobre a relação entre as mães e as buscas via web.

A primeira verdade mostra que em média as mulheres fazem 11 buscas por semana, porém esse número dobra quando elas se tornam mães.

O segundo ponto em destaque é que três em cada quatro mulheres sentem que estão se tornando cada vez melhores em buscas, e afirmam que esse mecanismo lhes dá melhor retorno com seu tempo gasto. Para elas, a ferramenta de busca está lá quando elas precisam. O estudo mostra que as mães estão se tornando tão habilidosas em palavras-chave que mais de um terço delas não chegam a mover a barra de rolagem da primeira página dos resultados.

A terceira verdade diz que as mães estão determinadas a encontrar as melhores ofertas e que após a busca por um produto, 55% delas terminam seu percurso nas lojas físicas.

E por fim, a quarta verdade aponta que mais de dois terços das mães consideram a busca como um suporte / auxílio para o cérebro.

No ranking dos temas mais buscados por elas estão:

72% Receitas

62% Avaliações / Comentários

57% Cupons

48% Cuidados com a saúde

48% Restaurantes

O estudo ainda acrescenta que o conhecimento dessas quatro verdades sobre a relação das mães com as buscas online abrem potencialmente oportunidades para os profissionais de marketing que objetivam trabalhar com esse grupo de consumidoras.

Fonte: Sophia Mind - Pesquisa e Inteligência de Marketing Feminino
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Otimizando um site de e-Commerce para dispositivos móveis – Parte 1

Enquanto empresários acham que e-commerce é mais onda, já se vende via celular.!

Fonte Original do texto: e-commerce Brasil

No artigo “Volunteer for a Free Mobile-Optimized Ecommerce Site”, fizemos uma oferta para que algum lojista online se voluntariasse para um estudo de caso para otimização de e-commerce para celular, no qual faríamos o processo de criação de um site para dispositivos móveis passo a passo. Dezenas de comerciantes inscreveram seus sites e, depois de um processo de revisão, escolhemos o DecalGirl.com.


Site do DecaGirl

O trabalho de otimizar o DecalGirl.com para celular foi entregue aos desenvolvedores Steven Trugbild e Jeff Haydn, do MobilizeToday.com. Escolhemos os MobilizeToday devido à sua expertise e ao seu interesse em otimizar o DecalGirl.com de graça. Escolher o comerciante online foi muito mais difícil, mas baseamos nossa decisão principalmente em três fatores: o carrinho de comprar, o design e a estrutura do site.



O site tradicional do DecalGirl, visualizado em um iPhone

Sobre o DecalGirl.com

Ryan Peters e sua esposa Amanda começaram o DecalGirl.com em 2003. Esses comerciantes online, baseados em Lewes, Delaware (EUA), vendem skins e cases para dispositivos eletrônicos. O DecalGirl produz e embala suas skins em sua base local, e emprega 26 pessoas. Peters diz que é um desenvolvedor de e-Commerce desde os anos 90, e que desenvolveu o mecanismo proprietário de e-Commerce do DecalGirl.com, que suporta cartões de crédito, o Checkout do Google, o PayPal e o Checkout da Amazon.

Segundo Peters, o site recebe entre 300 mil e 500 mil visitas por mês, com visualizações que chegam a entre 4 e 5 milhões. A taxa de conversão do DecalGirl é de aproximadamente 3,66%, e entre 6% e 7% dos visitantes do site vêm de dispositivos móveis.

No geral, a plataforma customizada do DecalGirl.com e seu design robusto fazem dele o melhor candidato para a otimização, e um bom estudo de caso para outros sites. Peters diz que teve interesse em otimizar o site, inicialmente, quando o iPhone original foi lançado.

“Lançamos a versão atual do site em 2009 e, apesar de o site funcionar em dispositivos móveis, não era fácil”, diz Peters.

Diferentes métodos de otimização

Antes de iniciar o processo de otimização, Peters teve que tomar decisões sobre o escopo do projeto, incluindo a aparência do site e sua interface nos dispositivos móveis. Steven Trugbild, do MobilizeToday, colocou as opções dentro de três grandes categorias: método de otimização, compatibilidade e prioridades de conteúdo.

Ryan Peters

Varejistas interessados em lançar um site para celular devem escolher entre aplicar o CSS móvel ao seu site já existente ou lançar um diferente site para celular. Nesta série, Trugbild e Haydn usarão a opção do CSS, que será eficaz porque o DecalGirl.com tem poucas tabelas e contém poucos estilos inline, de acordo com Trugbild.

“Mesmo assim, esta abordagem tem vários inconvenientes”, diz Trugbild. As principais dificuldades serão as restrições de design causadas pelo HTML pré-definido e a necessidade de aplicar o CSS móvel em cada página individualmente, apesar de alguns elementos poderem ser escondidos pelo CSS.

Muitos dispositivos móveis, plataformas

Peters também teve que escolher para quais dispositivos ele iria otimizar seu site. Apesar de ser óbvio que os líderes de mercado iPhone e Android terão que ser considerados, Peters pode considerar outras plataformas e browsers.

Outro elemento importante do design que Peters terá que considerar é a ordem dos blocos de conteúdo na home page, incluindo logo, menu, funções de busca, páginas populares e links para mídias sociais. A priorização é necessária para escolher em que ordem os usuários de celulares verão esses objetos.

Organização dos artigos para seguir o processo

Nos próximos três artigos, mostraremos o processo de desenvolvimento do escopo e a implementação das mudanças. Como objetivos gerais do projeto, Peters sugeriu:

“Para o design, acredito que está consideravelmente diminuto – com a imagem mais comum sendo a imagem de um produto… Gostaria de poder suportar mais tráfego móvel, e pegar o básico do que for feito e estender para áreas como serviço do consumidor, gerenciamento de contas e rastreamento de pedidos. Mesmo que eu não saiba se isso vai me ajudar a aumentar as vendas, sei que deve melhorar a experiência em lidar com nossa empresa no geral”.
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quarta-feira, 30 de março de 2011

Classe média no Brasil comprou via e-commerce 7,4 bilhões de reais em 2010.



Fámilias com renda aproximada em R$ 3.000,00 compraram em torno de 7,4 bilhões de reais em 2011, isso representou 50% das vendas via comércio eletrônico no mesmo período.

O evento Copa do Mundo de 2010, também contribuiu fortemente com o aumento segnificativo em vendas pela via e-commerce no mesmo ano, onde itens como TV's de Tela Fina, especialmente aparelhos de LCD foram os principais produtos comercializados no período.

Também é uma das premissas para esse grande avanço, a perca do receio em comprar pela internet. As lojas virtuais e sites de compras coletivas estão cada vez mais investindo em tecnologias seguras para ofertar ao e-consumidor além de preço bom e campanhas atrativas, um ambiente de compras seguro, que proporcione o verdadeiro sentimento de comprar com comodidade e tranquilidade via web, com isso, o comércio eletrônico no Brasil está cada vez mais conquistando os consumidores esses consumidores.

“O e-commerce passa por um período de maturação. Isso se deve à grande aceitação do comércio eletrônico entre os brasileiros, que estão comprando produtos de maior valor agregado como eletrodomésticos, itens informática, eletrônicos e telefonia – mais especificamente notebooks, desktops e televisores”, conforme afirma Pedro Guasti em seu Blog (pedroguasti.ebit.com.br).

Fontes: e-bit EMPRESA, pedroguasti.ebit.com.br
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Debate - Qual departamento de uma empresa deve gerir conteúdo e realizar a gestão de Mïdia Social?

Debate - Qual departamento de uma empresa deve gerir conteúdo e realizar a gestão de Mïdia Social?

Qual o departamento você acha que deve "possuir " a responsabilidade da midia social media? O de Relações públicas, marketing, serviços ao cliente, de TI ou outro?


Quem tem mais competência estratégica no dia-dia para gerir conteúdo, e principalmente para falar uma linguagem universal que represente a realidade do motor propulsão que move a marca, ou a simples comunicação direta com o mercado?
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