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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

É prazeroso comprar pela internet – Mais você leu o manual?

É prazeroso comprar pela internet – Mais você leu o manual?


Antes de entrar no contexto do título da minha coluna de hoje, leiam a pesquisa abaixo:

Pesquisa da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomércio) revela que os internautas confiam cada vez menos em navegar na rede. Apenas 56% deles usam o comércio eletrônico. O medo de que os dados sejam roubados é o principal motivo para não fazer compras pelo computador.

De acordo com o estudo, que ouviu mil pessoas na capital paulista, 48,8% dos usuários de internet acreditam que seus dados pessoais são repassados sem autorização. Em 2012, 48% deles não confiavam a guarda de dados aos sites. Este ano, o número subiu para 72%.

Há bons motivos para toda essa desconfiança. O estudo mostra que 17,9% dos entrevistados já foram vítimas ou têm parentes vítimas de crimes eletrônicos. Em 2012, o total era de 12,7%.

O crime eletrônico mais comum em 33,5% dos casos foi a clonagem do cartão de crédito, seguido do uso de dados pessoais, em 17,3% dos casos. Entre os entrevistados, 86,4% têm medo de sofrer fraudes e ataques de hackers e 65,4% tem algum programa anti-fraudes e invasões.

Embora 56% das pessoas comprem pela internet, 60,4% delas não lêem os contratos de adesão dos sites. “Como na vida real, se você vai para um lugar desconhecido, você procura saber se é perigoso ou não, na internet é a mesma coisa. Não dá mais pra fugir, a gente tem que utilizar a internet e essas ferramentas pra fins pessoais e profissionais. Tomando essa cautela, você se protege um pouco mais”, afirma Rony Vainzof, coordenador da pesquisa.

Essa pesquisa mostra claramente o que ocorre no Brasil em relação ao crescimento das vendas pela web - ; uma grande mudança de comportamento da população em relação aos conceitos e pré-conceitos que envolvem as facilidades e comodidades desse fabuloso meio de compras, o e-Commerce.

Falo em comportamento, porque no Brasil temos o costume de comprar algo ou alguma coisa, abrirmos a embalagem, talvez ligamos na tomada, e esperarmos que tudo aconteça como num passe de mágica, sem nossa interação, ou seja, temos que ler o manual de usuário pra funcionar algo, senão, saímos reclamando que o que foi comprado não funciona como o esperado.

Bem, falando de segurança em compras pela internet, não é nada diferente, pois não existe um cuidado por muitos em lembrar que não é seguro usar aquele computador da lanhouse ou o do seu filho que é usado para jogos online, para realizar suas compras pela web, pois ali podem ter grandes brechas gerando falta de segurança para quando você acessar uma loja virtual e informar seus dados pessoais e de cartão de crédito, então lembre-se, prevenir é a melhor solução também nesse caso, e tenho certeza de que você que usa a internet para lhe dar comodidade ao ponto máximo da palavra, praticar as básicas regras de segurança em seu computador, não terá problemas como os relatados.

Boas compras!
Interaja comigo! E-mail: carlos.henrique@openwbc.com.br
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Google, Facebook e Mercado Livre apoiam Marco Civil

Google, Facebook e Mercado Livre apoiam Marco Civil



Carta das empresas diz que delimitar os direitos e deveres de usuários, empresários, empreendedores e sociedade civil é necessário para que a indústria da internet cresça.
Amanhã (19/9), o Congresso Nacional vai se reunir para votar o projeto do Marco Civil. Google, Facebook e MercadoLivre divulgaram na tarde desta terça (18/9) uma carta aberta em apoio ao Marco Civil da Internet, projeto de Lei cuja votação será amanhã, no Congresso.
De acordo com o texto, assinado por Fabio Coelho, presidente da Google Brasil, Alexandre Hohagen, vice-presidente do Facebook para América Latina e Stelleo Tolda, COO do MercadoLivre.com, “delimitar os direitos e deveres de usuários, empresários, empreendedores e a sociedade civil como um todo é necessário para que a indústria da internet cresça e assim possam também surgir novas oportunidades”. As empresas pedem que o “projeto seja aprovado o mais rapidamente possível”.
Segundo a carta, o Marco Civil da Internet “aumentaria as possibilidades de investimentos e consequente aumento na geração de empregos e renda”. Além disso, “também facilitaria a investigação e punição de crimes praticados via internet, de acordo com o devido processo legal, sem perder de vista o objetivo maior: estabelecer um sistema equilibrado de preservação de dados e registros que possibilite a obtenção de provas sem ofensa à privacidade e à liberdade de expressão”.
“Com esse conjunto de leis, teremos o alicerce que vai sustentar o crescimento da economia digital do País, com respeito à liberdade de expressão, sem controle prévio dos conteúdos online e estabelecendo com clareza a responsabilidade de cada voz na Internet”, defendem as companhias.
Fonte: Blog OpenWBC
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