t

Mostrando postagens com marcador comércio eletrônico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comércio eletrônico. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 27 de junho de 2013

PAGOU BEM BARATINHO POR SUA LOJA VIRTUAL? ELA VENDE?

PAGOU BEM BARATINHO POR SUA LOJA VIRTUAL? ELA VENDE?

Falo também, para ter muito cuidado no momento da aquisição da sua loja virtual, sim cuidado, pois nesse momento, o sentimento de que ele esta fazendo um grande negócio, e que ele merece se dar os parabéns porque adquiriu a loja virtual de um profissional ou empresa por 30% do valor cobrado por empresas “Agências Web” focadas no mercado de e-Commerce, patricam, e são valores pensando em não somente fornecer um site ou loja virtual que seja bonita e integrada com os correios e cartões de crédito, mais sim, em assessorar e fornecedor consultoria, pois são realmente interessadas em seus clientes, e querem se manter no mercado, crescendo com o sucesso em vendas de seus satisfeitos clientes.
Esclarecendo melhor, existem no mercado, “empresas” e “profissionais”, que ofertam soluções de e-commerce, que pouco se importam com o resultado financeiro de quem esta comprando esses serviços, terá no “frigir dos ovos”, e eu me atrevo a dizer que são oportunistas de mercado, que se aproveitam das inúmeras facilidades que a internet dá, em conseguir baixar templates “modelos de web sites” já prontos, realizam pequenas mudanças em seus códigos ou design, e vendem no mercado como solução própria, enganando assim o empresário em questão!
qualidade-loja vrtual
Qual o resultado para o empresário que esta entrando no mercado comprando serviços com as características que descrevi acima? ZERO EM VENDAS!! sim! o resultado em vendas é nulo, pois os envolvidos de ambos os lados, se esquecem que vendas na internet, é necessário ter o mesmo esforço em planejamento e execução de processos empresariais e de vendas, que se tem no ambiente físico, mais principalmente, o conhecimento e experiência que o fornecedor do e-commerce tem de ajudar esse novo empresário virtual de criar e moldar seu perfil para um novo e pujante mercado.
Meu conselho…Qualifique da maneira correta o fornecedor de sua loja virtual, saiba se ele tem conhecimento e propriedade em relação ao serviço oferecido, pois num projeto de loja virtual, uma carinha bonita e apresentável é necessidade primordial, mais de nada adianta isso se você não souber como vender e anunciar na internet, planejando e realizando publicidade online, que é 70% de um projeto de sucesso, então, ofereça uma vaga de trabalho em sua empresa para aquele seu primo que diz que por uns trocados ele construirá sua loja virtual, assim, em vez de colocar nas mãos dele o projeto que vai garantir sua permanência no mercado que será dominado pela web, e vocês crescerão juntos sem maiores problemas e com sucesso em vendas, PENSE NISSO!!
Autor:
LEIA TODO O POST

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

MercadoLivre realiza seu 1ª Developer Conference em São Paulo

MercadoLivre realiza seu 1ª Developer Conference em São Paulo


O MercadoLivre abre hoje as inscrições para o 1ª MercadoLivre Developer Conference – primeiro encontro de desenvolvedores promovido pela empresa, marcado para o dia 31 de outubro. O evento acontecerá no Renaissance São Paulo Hotel e contará com palestras, apresentação de casos de sucesso e troca de experiências entre desenvolvedores de aplicativos e executivos de lojas virtuais.
Já estão confirmadas as presenças do CEO e fundador do MercadoLivre, Marcos Galperin; do CTO da empresa, Daniel Rabinovich; do Vice-presidente e Country Manager no Brasil, Helisson Lemos; do COO, Stelleo Tolda; e a palestra do Vice-presidente de Negócios e Engajamento Móvel do Facebook, Javier Olivan.
Segundo Helisson Lemos, “esta iniciativa representa uma excelente oportunidade de negócios para desenvolvedores brasileiros. Esperamos que eles possam criar e desenvolver interfaces que interajam com nossa plataforma em todas as áreas de negócios: compra e venda de produtos, classificados, meios de pagamento online e publicidade”, explica o executivo.
A inscrição pode ser feita por meio do site devconf.mercadolivre.com, sendo que a confirmação do cadastro será realizada posteriormente, pois as vagas são limitadas.
Abertura da plataforma
O MercadoLivre deu início ao projeto de abertura de sua plataforma através do uso de APIs em meados de 2011 e um dos primeiros resultados concretos foi o desenvolvimento de aplicativos para celulares. Empresas parceiras foram responsáveis pelo desenvolvimento dos aplicativos para smartphone que hoje já superam a marca de 4 milhões de downloads em menos de um ano.
Em agosto passado, a empresa anunciou ainda a abertura de sua plataforma para que médios e grandes varejistas passem a vender produtos para os mais de 73 milhões de usuários na plataforma. O primeiro case de sucesso foi a integração com o site vertical Bebê Store, que agora tem seus produtos à venda tanto em seu site próprio quanto no marketplace MercadoLivre.com.
Para maiores informações clique aqui
LEIA TODO O POST

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PayPal na América Latina tem novo diretor-geral

PayPal na América Latina tem novo diretor-geral

Mario Mello será responsável pela criação e implementação da estratégia de vendas e negócios na região.


Mario Mello assumiu a diretoria-geral da PayPal para a América Latina, informa a empresa de pagamento online. O executivo entra no lugar de Rohan Mahadevan, que continua na companhia liderando a região Ásia-Pacífico e promovendo direcionamento estratégico em todos os mercados asiáticos.
O profissional passa a ser responsável pela criação e implementação da estratégia de vendas e negócios, liderança organizacional, empreendedorismo, gerenciamento de risco e relacionamento com público interessado na América Latina, aponta a empresa. “Meu desejo é expandir as oportunidades e promover uma troca de boas práticas entre todas as localidades”, diz Mello.
O executivo tem mais de 20 anos de experiência em serviços financeiros e de pagamento e já ocupava o posto de presidente do PayPal no Brasil há dois anos.
Antes, Mello trabalhou como vice-presidente da Visa na América Latina, diretor estatutário do Banco Real no Brasil (adquirido pelo Santander) e também foi membro do board da Cielo, CBSS e Fidelity Systems. Ele é licenciado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
Fonte: Blog OpenWBC


LEIA TODO O POST
Varejistas brasileiros avaliam mobilidade como vital para produtividade

Varejistas brasileiros avaliam mobilidade como vital para produtividade



Estudo encomendado pela Motorola Solutions revela que 96% das empresas entrevistadas acreditam em tecnologias móveis para melhor atender clientes.
A Motorola Solutions, provedora de soluções e serviços de comunicação, apresentou hoje os resultados de um estudo nacional sobre o uso de soluções de automação e de mobilidade no varejo brasileiro, encomendado à Business Marketing Solution (BMS), realizado no segundo trimestre deste ano.
O objetivo da pesquisa foi diagnosticar quais são as tecnologias mais usadas pelos varejistas em cada região e aquelas que ainda não são amplamente utilizadas. Dessa forma, segundo a Motorola, será possível mapear até que ponto o setor está preparado para atender, nos próximos anos, consumidores cada vez mais exigentes num ambiente de crescente mobilidade, interação e acesso a informações.
Para o estudo, que foi apresentado no evento “O Futuro do Varejo”, promovido pela Motorola Solutions no Espaço APAS, em São Paulo, foram ouvidas 150 empresas varejistas no Brasil, dos segmentos de drogarias, eletroeletrônicos, supermercados, materiais de construção, lojas de departamentos e vestuário, que possuem no mínimo seis lojas.
Os principais temas abordados foram as tecnologias de automação utilizadas nos caixas, gestão de logística e estoques, entrega de mercadorias e comunicação entre funcionários.
Do total de companhias participantes, 97% consideram que as tecnologias móveis ajudam na produtividade do varejo. Para 95%, elas reduzem custos para o setor e 96% concordam que usar tecnologias móveis ajuda a atender melhor os clientes.
A tecnologia RFID, que permite melhorar a visibilidade do estoque em tempo real e aumentar a produtividade, apesar do pouco tempo em uso no Brasil, promete ser uma realidade nos próximos anos. Em Santa Catarina, das empresas varejistas entrevistadas, por exemplo, 50% pretendem utilizar a tecnologia. Já no Rio Grande do Sul, 21% querem implementá-la.
Outros pontos importantes revelados no estudo é que 92% das empresas entrevistadas trabalham com rede sem fio (wi-fi) e 61% utilizam coletores de dados para inventários, 49% no centro de distribuição, 36% no depósito da loja e 26% para outras funções dentro da loja.
Na região Norte, 80% das empresas utilizam sistemas de rádio para que os funcionários possam se comunicar nas lojas, 40% celular e 40% também por coletor de dados. Já na região Nordeste, 42% utilizam rádio, 14% celular e 21% coletor de dados.
 Os leitores de código de barras são usados em 68% das companhias ouvidas da região Centro Oeste para verificar preços e em 93% nos caixas. No Sul, 75% utilizam a ferramenta nos caixas e 56% como verificador de preços.
“O varejo do futuro será movido pela tecnologia, exigindo que os vendedores estejam mais preparados e mais bem informados. Com esse estudo, a Motorola Solutions detecta o que está sendo adotado e o que ainda precisa ser feito para que o varejo brasileiro consiga atender às expectativas dos consumidores nos próximos anos e oferecer a cada região os avanços e soluções de que ela necessita”, diz Renata Ronco, gerente de Marketing da Motorola Solutions Brasil.

Fonte: blog OpenWBC
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013

Comércio virtual via smartphones deve chegar a R$ 2 bilhões em 2013


As vendas online por meio de aparelhos móveis (mobile commerce, ou m-commerce), devem apresentar um crescimento expressivo no País nos próximos meses. A estimativa é que esse segmento movimente cerca de R$ 2 bilhões em 2013 (no primeiro semestre deste ano, foram R$ 132 milhões). E as grandes varejistas começam a se adaptar a essa migração de plataforma.
A expansão desse segmento do comércio eletrônico se deve principalmente ao aumento da penetração de dispositivos com acesso à internet e de banda larga móvel. Este mercado bilionário, antes acessível apenas para os clientes das classes A e B, em função do alto custo dos aparelhos e dos planos de dados, já está nas mãos da nova classe média, que deverá ganhar cada vez mais espaço nas compras, segundo especialistas.
Por enquanto, as vendas do varejo online por meio de smartphones e tablets representaram o equivalente a 1,3% do faturamento total de e-commerce no primeiro semestre deste ano, que somou R$ 10,2 bilhões. Até o final do próximo ano, contudo, devem atingir cerca de 10% do total dos negócios realizados pelo comércio eletrônico brasileiro, prevê a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net).
No Magazine Luiza, a decisão de lançar e desenvolver uma plataforma própria para os dispositivos móveis aconteceu há um ano, após a percepção de que cada vez mais os acessos ao site convencional da varejista aconteciam por meio de celulares, conta o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da rede, André Fatala. Entre janeiro e setembro de 2011, os acessos cresceram 371%. “Em outubro (de 2011) decidimos pelo desenvolvimento de uma plataforma específica, que levamos três meses para desenvolver e lançar.”
Outras varejistas também desenharam sites especialmente para tablets e smartphones. O Walmart possui uma versão do site exclusivamente para dispositivos móveis. “A página é customizada para os mais diversos padrões de plataformas e amigável, para uma navegação rápida”, diz o diretor de marketing e novos negócios do Walmart, Roberto Wajnsztok.
O Pão de Açúcar, por sua vez, lançou há dois anos sua plataforma para aparelhos móveis. Segundo o diretor de operações da empresa, João Edson Gravata, os usuários têm acesso a funcionalidades e serviços encontrados no site convencional. “A ideia é uma experiência de compras ainda mais agradável e conveniente”, afirma.
A B2W também dispõe de vendas para celular e tablet. O site Submarino opera aplicativos para aparelhos iPhone, Android e Nokia. Já a Americanas.com está disponível para iPhone e Nokia. Em ambos os casos, os consumidores encontram ofertas em destaque, para navegação rápida.
O grande desafio do m-commerce está no aumento das taxas de conversão – ou efetivação da compra. Atualmente, os usuários usam os dispositivos móveis sobretudo para pesquisar preços, consultar endereços de lojas ou características de produtos. “A maior parte dos negócios ainda é venda de ingressos para show, cinema e teatro, pois são decisões rápidas que podem ser tomadas na rua ou em qualquer lugar”, destaca o vice-presidente de estratégias da Câmara-e.net, Leonardo Palhares.
Esse nicho de varejo online, porém, ainda é novo e deve crescer muito rapidamente, diz Pallares. “Boa parte das operações de e-commerce ainda está se adequando ao modelo móvel.”
Para Fatala, do Magazine Luiza, o barateamento da internet móvel e dos aparelhos deve gerar daqui para frente um aumento das vendas por meio de dispositivos móveis num ritmo superior ao dos sites de e-commerce acessados por computadores de mesa (desktops) e notebooks.
Dificuldade. Francisco Donato, presidente do Zoom, site de comparação de preços que opera com cerca de 500 varejistas online, destaca que a empresa até oferece aos clientes a possibilidade de pesquisar por meio dos celulares, mas no momento da conversão alguns sites ainda não contam com páginas que facilitem a finalização da compra pelos dispositivos móveis.
“O varejista ainda está se adequando a essa nova realidade do m-commerce”, diz Donato. Segundo ele, os sites destinados ao mobile commerce precisam desenvolver sistemas capazes de reduzir o número de cliques até a finalização da compra.

Fonte: Blog OpenWBC
LEIA TODO O POST
O papel da logística no canal de distribuição

O papel da logística no canal de distribuição

Um dos pesadelos de uma empresa é saber que o produto que ela fabrica não foi adquirido por falta de disponibilidade no varejo. Com a mudança dos hábitos de compra do consumidor nos últimos anos, que, após a estabilidade econômica, começou a utilizar mais os pequenos e médios varejos para compras pontuais, cresceu também a preocupação das indústrias em chegar aos mais variados pontos de vendas. Lembrando que o pequeno varejo cresceu em média 5% no último ano contra 2% das grandes redes.

Hoje, para atender a este novo consumidor, o pequeno e médio varejista que, antes realizava, por exemplo, um pedido semanal da ordem de R$ 500,00, agora, semanalmente, elevou o valor para R$ 700,00, porém com dois pedidos de R$ 350,00.  Esta pequena mudança representa uma enorme adaptação para o setor de distribuição.

Agora, ao invés de uma única visita semanal, o vendedor precisa realizar duas visitas e duas entregas na mesma semana. Com estoques menores dentro do varejista, o prazo de entrega passou a ser fundamental para que não houvesse ruptura nas prateleiras.

Consequentemente, as indústrias passaram a investir, pesadamente, para terem os produtos expostos no maior número possível de gôndolas. E o distribuidor ganhou maior importância e apoio da indústria na mesma medida em que passou a ser mais exigido por uma melhor prestação de serviços na defesa das marcas.

Cabe ao distribuidor apoiar à indústria no ponto de venda, oferecendo um mix de produto mais apropriado para cada varejista, com preços competitivos, e garantindo a entrega desses produtos em todo o País, seja em grandes centros urbanos ou em municípios cujo acesso só pode ser feito de barco. A ativação de material promocional e parcerias em ações comerciais também passaram a ser uma expectativa do varejo em relação aos seus distribuidores.

Com o aumento da exigência, os distribuidores precisaram desenvolver uma logística impecável, desde a captação, análise comercial e financeira dos pedidos, até a complexa operação para fazer os produtos chegarem ao ponto de venda.

O desafio de fazer a entrega com o menor percurso, no menor prazo, sem erros ou inversão de produtos, sem avarias e com o menor custo possível, passou a exigir níveis de eficiência cada vez mais elevados. Dessa forma, nasceram as ferramentas de softwares especializadas, neste segmento, acompanhadas de processos maduros e mais adequados a cada estrutura física e perfil de produtos.

O custo da logística, desde o recebimento do produto da indústria, representa mais de 70% do custo total da distribuidora. Nesta parcela, estão contemplados os investimentos com pessoas, equipamentos, tecnologia, estrutura física, veículos, combustível, avarias, roubo etc.

Todo investimento que traga melhorias a este processo se paga muito rapidamente. Por isso, o grande crescimento na utilização de WMS (Warehouse Management System), coletores de dados, roteirizadores, rastreadores e todo tipo de metodologia que, aliada a estas ferramentas, aumente a agilidade e segurança do processo.

Essas e outras evoluções, cobradas por todos demais elos da cadeia, fazem com que a logística seja cada vez mais o braço direito do distribuidor e que este se fortaleça ainda mais como agente indispensável para fazer funcionar toda a nova e eficaz máquina de produção, abastecimento e consumo.

Fonte: e-Commerce Brasil
LEIA TODO O POST
Página inicial