t

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Empresa Paranaense consegue suspender cobrança de diferença de alíquota do ICMS

Empresa Paranaense consegue suspender cobrança de diferença de alíquota do ICMS

Uma empresa do segmento de confecções de Londrina inserida no Simples Nacional conseguiu, neste mês, uma decisão liminar que suspende a cobrança de diferença de alíquota do ICMS dos produtos importados em operações interestaduais, exigida pelo decreto estadual número 442/2015, que vigora há aproximadamente um ano.
A decisão do juiz da 1ª vara da Fazenda Pública de Londrina determina que o Estado não exija mais da empresa o pagamento da diferença entre a alíquota interestadual de 4% fixada pelo Senado e o imposto interno de 18%, ou seja, um valor de 14% que deve ser recolhido antecipadamente, prejudicando principalmente as empresas de pequeno e médio porte.
Antes do decreto, via de regra, uma resolução do Senado do ano de 2012 estabelecia o pagamento de um valor de 4% e não havia nenhuma diferença de ICMS que deveria ser antecipada quando a empresa importava produtos de outros estados.
Os empresários paranaenses alegam que o Estado, passando por dificuldades financeiras, se utilizou da estratégia da criação deste decreto, ou seja, sem passar pela Assembleia Legislativa (AL) como acontece no caso de criação de lei, para acelerar o processo e captar maior volume de recursos.
A Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) também entrou com uma ação coletiva contra o decreto estadual, bem como o movimento “Menos Impostos, Mais Respeito”, encabeçado pela regional de Londrina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
De acordo com o advogado tributarista Luís Eduardo Neto, do escritório Hasegawa e Neto Advogados Associados, responsável pela ação da empresa de confecção, esta é uma das primeiras liminares deferidas em favor de empresas contribuintes. “Eu tenho clientes que simplesmente deixaram de trabalhar com produtos importados de outros estados porque o aumento de custo tornou inviável a compra destes itens. Verificamos o formato que o Estado do Paraná adotou e encontramos alguns pontos bem questionáveis. Não tenho a menor dúvida que isso gerou um aumento de carga tributária”, explica o advogado.
Nesta decisão em específico, o juiz baseou-se que a cobrança desta diferença de alíquota só é aceita quando o recebedor é um consumidor final, o que não era o caso da empresa. “Outro ponto bem forte é que, em tese, só acontece um aumento de carga tributária ou criação de imposto por meio de lei específica, passando pela AL. O que aconteceu aqui foi um decreto feito diretamente do executivo”.
Para o advogado tributarista, caso as derrotas do Estado forem se multiplicando em favor das empresas, o decreto estadual 442 pode ser “corrigido” futuramente.
O advogado da Acil responsável pela ação coletiva, Alziro da Motta Santos Filho, da Motta Santos & Vicentini, salienta que este posicionamento do juiz pode auxiliar na conquista de uma suspensão de cobrança também para os associados da entidade. “O posicionamento ajuda, pois demonstra uma tendência do judiciário em decidir desta forma. Isso cria um precedente, significa uma tendência neste tipo de decisão. No caso da Acil, a ação tem uma amplitude maior, porque pode favorecer todos os associados”.
Através de um texto, o diretor de coordenação de Receita do Estado, Gilberto Calixto, disse “que as regras do decreto 442/2015, já exigidas em outras 20 unidades federadas, têm como principais objetivos a equalização da carga tributária com aquela praticada internamente e a manutenção do status concorrencial das empresas paranaenses em relação às estabelecidas em outros Estados.
A sua origem tem fundamento no princípio constitucional da isonomia, que no caso se observa pelo viés econômico. Não se trata de novo imposto, nem de aumento, mas de recomposição do ICMS cabível ao Paraná diante de operação iniciada em outro Estado, que deve ser cobrado de forma geral das empresas que são optantes pelo Simples Nacional ou do regime normal”. O texto completo está disponível no site www.fazenda.pr.gov.br.
‘É um desespero para arrecadar’
O presidente da Acil, Valter Orsi, viu a decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública de Londrina como “oportuna e necessária”. Ele remete às leis federais que se baseiam em dois princípios para empresas de pequeno porte: menor carga tributária e simplificação da gestão como empresa. “Nós vemos esta decisão como uma vitória e este tipo de ação deve ser realizada por outras empresas que estão pagando essa diferença de alíquota. Agora, os associados da Acil também estão aguardando uma liminar favorável neste sentido.”
Outro ponto destacado por Orsi é que essa “carga tributária complementar” tem um aumento de custo para as empresas de, em média, 7% a 10%. “Esse ‘plus’ de alíquota pode fazer toda a diferença para uma pequena empresa, ampliando mais de 50% seus impostos e começando a trazer dificuldades. Esse desespero de arrecadação dos governos está inviabilizando as empresas de menor porte, pois elas perdem a competitividade e ampliam sua burocracia interna. Precisamos que essa vitória individual se alastre para o Brasil e se torne recorrente.”
Fonte: e-commercebrasil
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

WhatsApp chega a 1 bilhão de usuários e com apenas 57 engenheiros

Os dados são de Janeiro de 2016, WhatsApp chega a 1 bilhão de usuários, sendo uma empresa enxuta e otimizada com apenas 57 engenheiros de software.

O titulo desse post e sua imagem resumem tudo, e ainda tem pessoas, empreendedores e empresários que continuam ignorando tecnologias como essa!


LEIA TODO O POST

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Procon tem lista de sites não recomendados

Você sabia que existe uma lista oficial de sites não recomendados? Ela é publicada pela Fundação Procon-SP e indica alguns sites que devem ser evitados pelo consumidor. Para conhecer essa lista, acesse:http://sistemas.procon.sp.gov.br/evites…/list/evitesites.php.
Fique atento, pois nem todos os sites de comércio eletrônico são confiáveis. Desconfie de preços baixos demais ou de sites que não oferecem informações de contato.
Faça valer seus direitos!

LEIA TODO O POST

Motivos para ter uma Loja Virtual


Mesmo na era da Internet, em que tudo e todos devem estar conectados, ainda existem muitas micro e pequenas empresas que não contam com uma página na web. Por incrível que pareça, em uma pesquisa inédita da GoDaddy, realizada com microempresas (com 1 a 5 funcionários) no Brasil, 62% dos respondentes ainda não possuem um site para seu negócio. Porém, as perspectivas são boas: muitos dos proprietários desses empreendimentos planejam entrar no mundo digital, e esperam crescer com o apoio online, além de expandir seus negócios e gama de clientes.
“Se sua empresa não está online, ela é invisível”, comenta Cristiano Mendes, Diretor de Business Development para América Latina da GoDaddy. “No Brasil, apesar de muitas microempresas ainda não possuírem uma presença online, pode-se notar uma movimentação em direção à Internet, já que muitos têm planos de finalmente desbravar o ambiente digital e dar um impulso aos seus negócios”.
A pesquisa da GoDaddy, que foi feita com a participação de 502 microempresas brasileiras, revelou que, apesar dos 62% ainda não possuírem um site, 71% desses planejam criar uma página na web nos próximos dois anos. Um motivo que impulsiona a vontade de ter um site é que as microempresas reconhecem que estão em desvantagem competitiva por não estarem online. Além de perceber que, no futuro, negócios parecidos têm mais chances de ter uma presença online, uma afirmação realista considerando o crescimento contínuo da Internet.
Grandes expectativas
O clima é positivo: 82% das microempresas participantes disse estar otimista com seus negócios. Sendo que, quase metade dos entrevistados que planeja construir um site nos próximos dois anos acredita que seus negócios vão crescer de 10 a 50% nos próximos 3 a 5 anos, depois da construção de seu site. Apesar de parecer ambicioso, a perspectiva não é fora da realidade:
62% dos respondentes que já possuem uma página na web afirmaram que seu negócio cresceu uma vez que criaram um site, com quase um terço demonstrando crescimento acima de 10%.
86% dos respondentes acreditam que empresas com negócios parecidos com os deles são mais propensos a ter uma presença online no futuro.
90% das empresas que já possuem presença online sentem que estão em vantagem competitiva em relação àquelas que não estão na Internet.
Modernizando os negócios
Com as altas expectativas, os empreendedores pretendem ir além da criação de um site, investindo em uma presença online completa, com direito a e-commerce e compatibilidade mobile. Tendo em vista essa movimentação em direção à modernização dos negócios, nota-se cada vez mais que a Internet e a tecnologia podem ser grandes aliados dos empreendedores, possibilitando expansão e resultados positivos e crescentes para as empresas.
69% esperam ter um e-commerce.
36% planejam lançar o e-commerce desde a criação do site.
61% dos participantes acreditam que ter um site irá expandir sua gama de clientes locais.
Hoje em dia, sabe-se que as pessoas não vão a lugar nenhum sem o celular. Com maior propagação do m-commerce (comércio mobile), a mobilidade é um fator de grande importância atualmente. Hoje, é necessário que as pessoas possam acessar quase tudo na hora que quiserem e de onde estiverem. Por isso, 83% das microempresas acreditam que é importante que o site seja mobile-friendly. Além disso, o levantamento revelou que:
63% consideram que a presença em Mídias Sociais irá melhorar o acesso a novos mercados e relacionamento com cliente e,
57% acreditam o mesmo sobre o uso de SEO (Search Engine Optimization).
Colocando a mão na massa
Contudo, criar um site pode parecer uma tarefa extremamente desafiadora, principalmente para pessoas que não manuseiam tecnologia com tanta facilidade. Inclusive, 25% dos participantes afirmaram que não possuem site por falta de conhecimento técnico. Mesmo nos dias de hoje, em que existem muitas ferramentas intuitivas e acessíveis, que tornam cada vez mais simples a entrada na Internet, a prática do “faça você mesmo” ainda não está muito disseminada no Brasil, por isso, o levantamento revelou que:
29% estão procurando uma empresa de Internet que ofereça ferramentas simples para criar seu próprio site e que o ajude durante o processo.
21% procuram um web designer para criar o site.
20% vão buscar ajuda de familiares e conhecidos.

Fonte: e-commercebrasil
LEIA TODO O POST

terça-feira, 16 de junho de 2015

Vendas do comércio recuam 0,4% em abril, diz IBGE

Na comparação mensal, é o terceiro mês consecutivo de resultado negativo.
Em relação a abril de 2014, queda foi de 3,5%, pior para o mês desde 2003.

As vendas do comércio varejista brasileiro seguem em queda. Em abril, na comparação com março, o indicador recuou 0,4%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação mensal, é o terceiro mês consecutivo de resultado negativo.
Em relação a abril de 2014, a queda foi de 3,5%, pior resultado para o mês desde 2003, quando o recuo foi de 3,7. No acumulado do ano, de janeiro a abril, a queda é de 1,5%.
Atividades
Em abril, 7 das 10 atividades do estudo tiveram resultados negativos nas vendas: combustíveis e lubrificantes (-0,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,2%), material de construção (-1,2%), móveis e eletrodomésticos (-3,1%), tecidos, vestuário e calçados (-3,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,1%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-12,2%).

Por outro lado, cresceram as vendas de veículos e motos, partes e peças (4,4%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%).



Fonte: Globo.com

 

LEIA TODO O POST

sexta-feira, 1 de maio de 2015

GOOGLE TESTA SISTEMA DE ANÚNCIO VIA TV

Assim como os links patrocinados para e-commerce, que criamos por meio do Google Adwords, os anúncios para TV poderão ser segmentados, monitorados e otimizados para gerar maior conversão de vendas

Quando são desenvolvidos links patrocinados para e-commerce, o que é uma das atribuições diárias das agências de Marketing Digital, cria-se uma série de segmentações para atingir um determinado público-alvo que gostaria de comprar os produtos que estão tentando vender para os clientes. Pois agora, conforme nos dá a conhecer o site Gizmodo, o Google quer transferir esta lógica para a TV.

A gigante das buscas na internet pretende testar em breve, no Kansas City, Estados Unidos, um sistema de anúncios via TV com as seguintes características:

• Google Fiber: uso da tecnologia de banda larga para transmissão de programas televisivos;

• Anunciantes: inserem créditos em um determinado sistema que lhes permitirá criar campanhas de anúncios e pagá-los conforme estes forem exibidos nos programas televisivos via Google Fiber;

• Segmentação: os anunciantes poderão desenvolver campanhas para públicos-alvo distintos, de acordo com as suas necessidades.

Para tornar os anúncios mais relevantes, o Google pretende rastrear os gostos dos usuários de TV e enviar para cada um deles apenas os anúncios condizentes com suas preferências. Ao proceder desta forma, o Google visa aumentar a conversão de vendas em relação à publicidade dos comerciais veiculados na TV tradicional.

E, ao que parece, assim como nos links patrocinados para e-commerce do Google Adwords, as visualizações de anúncios, entre outros dados do sistema de publicidade para TV via Google Fiber, poderão ser monitorados estatisticamente, o que permitirá otimizar as campanhas em tempo real.

LEIA TODO O POST

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Escute a voz do seu cliente! Sim na internet também.



Procurar um diferencial entre os concorrentes é um objetivo constante entre comerciantes e nessa busca por uma grande vantagem competitiva, o empreendedor certamente irá esbarrar em termos como ‘experiência. Para isso, utilizar a ‘voz do cliente’ em suas ações pode valer a pena no momento de proporcionar uma boa venda e ainda se diferenciar.

Sim, e porque não fazer também em sua loja virtual? Ou você acha que basta apresentar uma bela interface de site e tudo bem! sua loja é um sucesso! engano total
Veja, em algumas perguntas, como transformar a voz do seu consumidor em benefícios:

Em que momento posso ter feedback do meu cliente?
O feedback pode chegar a partir de e-mail, bate-papos online, redes sociais, pesquisas e call centers. Ele pode ser solicitado ou espontâneo. Os espontâneos podem ser, na maioria das vezes, reclamações, mas também podem ser boas surpresas e elogios, que servirão de base para o que você deve continuar fazendo.
Momentos em que pode-se usar a voz do cliente?
Você pode usá-la para:
  • Averiguar a satisfação do cliente entendendo e conhecendo como foi sua experiência de compra em sua loja virtual, o que deve ser melhorado ou mantido.
  • Manter clientes, satisfazendo seus desejos de acordo com o que ele expressou para sua empresa.
  • Crescer a eficiência através da filtragem de produtos e serviços que os clientes realmente desejam. Você pode ser mais focado e perder menos tempo.
Foque na atenção ao seu cliente e envolva-o como um diferenciação de seu negócio. Dar importância a voz de quem você atende melhora a experiência e, consequentemente, o ROI.
Boas Vendas!
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Varejista! você esta preparado para o Novo Mundo?

Sim é essa mesmo a pergunta! você está apto a responder?

Pedi ajuda para o Google para escrever minha coluna dessa semana, e após algumas palestras que assisti sobre o que o Google esta fazendo e vai fazer no Brasil, perdi como sempre um pouco do meu folego em vislumbrar novamente as inúmeras ou milhões de oportunidades que todos temos, de crescer os negócios com a Internet, sim, crescer! porque? você varejista do meio físico não conhece mais essa palavra?



Para ser objetivo ao cubo, pois com um conteúdo desses não dá para ser diferente, vou resumir tudo em números:

102 Milhões dos brasileiros tem acesso a internet;

52% dos brasileiros com acesso a internet fazem busca online antes de comprar, e desses, 78% dão mais importância para os negócios/empresas locais;
Quem ainda acha que anunciar no Google não é vantagem porque você não tem uma loja virtual?
30 Milhões desses brasileiros usam 3 telas no seu dia-dia de acesso a web (tv/laptop/smartphone), e os mesmos tem 3 x mais renda que o restante da população;
69% consomem conteúdos como publicidade, propaganda, conteúdos em geral através dessas telas, e 31% através dos meios tradicionais físicos;

60% dos brasileiros usam ferramentas online no processo de descisão antes de concretizar uma compra no meio físico;

52% dos brasileiros conectados acessam a internet simultaneamente com a TV;
Eles assistem na TV e buscam os conteúdos na web! A TV já comanda nossa atenção!


“ ALGUNS DIZEM…..eu não preciso anunciar minha empresa na internet, pois eu não tenho e-commerce, pois meus consumidores passam todos na frente da minha porta...SERÁ!!..”
O NOVO MUNDO!
  1. Constante conectividade;
  2. Comportamento multi tela;
  3. Processo decisório não linear e mais consciente influenciado pelos meios digitais;
  4. A tarefa de compra esta cada vez mais multi telas.
E agora a minha tradicional pergunta pra todos: VAI FICAR FORA DESSE MERCADO? DESSE NOVO MUNDO?
Quer saber como levar sua empresa para a internet e atrair novos clientes? eu lhe digo, fale comigo….carlos.henrique@openwbc.com.br (48) 9988-7909.
Fonte de pesquisa para o texto acima: Google Brasil
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Você levou sua empresa para as redes sociais?

Ainda não levou, dê logo um jeito de levar já: lá também seus possíveis cliente podem estar!
Nosso dia-dia está cada vez mais conectado à internet. Compartilhamos nossos gostos, interesses diariamente através das redes sociais. Seja com fotos de comida no instagram, hashtags de programas de tv no twitter, compartilhamento de fotos de fotos no facebook ou checkins em shoppings através do foursquare/facebook. Movidos por uma grande vontade de se comunicar e formar grupos, junto com a facilidade de aproximar as pessoas, a internet se transformou em um palco de diversas redes sociais. É possível encontrar tanto redes completamente populares e heterogêneas, como também sites “nichados”, voltados para a interação de um grupo bem específico. As redes sociais são uma realidade, e quem tem ou deseja abrir uma loja virtual não pode esquecer delas.

Da mesma maneira como uma pessoa física, um e-commerce possui características e públicos que se encaixam em determinadas redes sociais. A lista é imensa com “etiquetas” específicas para cada uma. Algumas dicas, porém, valem para a maioria delas e é possível conferir logo abaixo, de forma que possa otimizar cada vez mais o engajamentos com seus seguidores nas redes sociais.
Diga com quem andas…
Escolher qual rede social você irá utilizar é muito importante. Para isso, é preciso antes lembrar qual é o perfil de seus clientes e o público-alvo que deseja alcançar. Com este ponto definido, é possível verificar quais redes sociais dialogam melhor com a empresa e o consumidor.
Seu cliente esta na faixa dos 20 anos pra cima? O Instagram pode ser uma boa. Você possui um estabelecimento físico além de sua loja virtual? Que tal colocar sua loja no Foursquare e no Kekanto para que seus clientes façam check-ins e digam o que pensam sobre o atendimento do lugar? Cada rede social possui uma linguagem própria, com características que combinam com determinados grupos sociais.
Fica um pouco óbvio, portanto, que não é preciso estar em todas as redes sociais. Use aquelas que estão ao seu alcance. Há, porém, alguns sites que são tão heterogêneos dos quais não adianta fugir, e o Facebook é um deles. Além disso, ter uma conta no Twitter ou Facebook é bom também para saber sobre o que as pessoas estão falando sobre a sua empresa e também sobre o que está acontecendo no mundo.
Algumas imagens vale mais que mil palavras
O Facebook já declarou que postagens com alguma imagem possui mais repercussão que aquelas acompanhadas apenas de texto.
Seja criativo! Procure imagens instigantes e com qualidade: de nada adianta publicar uma foto minúscula! Outra questão importante, é que são raras as vezes em que algum cliente descontente com o atraso na entrega se queixa nas redes sociais. Geralmente, pra chegar neste caso, eles já estão furiosos e querem uma resposta o mais rápido possível. Demorar na resposta ou, pior, responder grosseira, piora mais ainda a situação. Então, respire e mostre que você está lá para fazer o possível sanar o problema.
Quer saber como levar sua empresa para as redes sociais e atrair clientes? eu lhe digo, fale comigo….carlos.henrique@openwbc.com.br
LEIA TODO O POST

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O Crescimento das Classes C e D nas compras pela Internet

O Crescimento das Classes C e D nas compras pela Internet

O mercado de lojas virtuais encontra-se em constante crescimento dentro das classes mais baixas. O aumento do acesso a Internet pelas classes C e D, e uma considerável melhora na segurança da Internet, criou um cenário de oportunidades.

Conforme diz o e-bit, responsável pela pesquisa e análise da evolução do comércio eletrônico e das mudanças de comportamento e preferências dos e-consumidores, o e-commerce brasileiro cresceu 23% em 2012, atingindo faturamento de R$ 22,5 bilhões e tíquete médio de R$ 350,00. O produto mais vendido faz parte da necessidade de todas as classes, Eletrodoméstico. Para 2013, esse número deve chegar a 28 bilhões, o que representa um crescimento ainda maior, de 25%.
Outro fator que contribui para um bom momento das lojas virtuaus é o aumento da confiança e satisfação dos consumidores da classe C. Com os serviços oferecidos pelas lojas virtuais, o nível de satisfação ficou acima dos 85%. Então, o mercado de vendas online para classes mais baixas apresenta constante evolução, conta com fortes investimentos em tecnologia e por isso oferece possibilidades de retorno financeiro, ganho de velocidade em processos, rápida troca de informações e tantas outras aplicações, tanto para pessoas quanto para empresas. Tal mercado necessita de estudos aprofundados para entender um novo consumidor que não possui uma enorme renda, porém efetua suas compras pela internet.
A credibilidade das Lojas Virtuais
Para que o comércio online dirigido às classes C e D tenha sucesso, é necessário que o cliente sinta que as suas informações estejam em completa segurança. Para isso os varejistas que possuem  e-commerce devem utilizar as tecnologias de segurança, que vão desde segurança física dos computadores até a segurança dos dados dos consumidores que trafegam pelas redes. Além de criar estratégias e disposição de produtos direcionados a seu Target, contatos pertencentes as classes C e D.
Os métodos utilizados para pagamentos de compras pela internet são os mesmos utilizados no comércio tradicional, como boletos bancários, transferências e cartões de crédito. Porém, os consumidores das classes citadas, acreditam que a utilização do cartão de crédito como forma de pagamento das suas compras online seja uma maneira insegura, pois o consumidor passa informações confidências de sua conta e cartão para a rede.  Sendo assim, a forma de pagamento mais utilizada ainda é o boleto bancário.
Pesquisas indicam que compradores online que pertencem às classes C e D, costumam ser fieis, efetuando suas compras nas lojas de e-commerce que lhe passam maior confiança.
LEIA TODO O POST
Página inicial