quarta-feira, 29 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Varejo online movimenta R$ 1,65 bilhão no Dia dos Namorados e cresce 16%
quarta-feira, 15 de junho de 2016
94% dos Internautas Brasileiros usam o Google em suas buscas
A busca via Mobile já ultrapassou a feita no Desktop. Muitos websites já computam mais visitas originadas de Mobile do que Desktop – e faturamento. É um caminho sem volta. Portanto, se sua empresa ainda não tem uma presença digital Mobile, está perdendo acessos e, consequentemente, negócios. Para começar o planejamento de SEO para Mobile, é preciso mapear o cenário de visibilidade atual. Para quem ainda não monitora o posicionamento/rankings das palavras-chave nos resultados orgânicos em dispositivos móveis, é hora de começar.
O Google indexa aplicativos desde 2013. Porém, foi em novembro de 2015 que, pela primeira vez, passou a fazer stream do conteúdo de alguns aplicativos, ainda em teste somente no sistema Android, direto nos resultados de busca. Isso demonstra a preocupação do Google em incluir aplicativos (e seus conteúdos) na já extensa gama de conteúdos (vídeos, imagens, notícias, mapas, etc.) oferecida em resultados de busca. Mais um sinal evidente do investimento e do foco em Mobile.
O Google tem avançado muito nos campos de Inteligência Artificial, Machine Learning e Natural Language. Hoje, essas tecnologias já são utilizadas na Pesquisa, substituindo (ou complementando) gradativamente o uso de algoritmos – fórmulas criadas por seres humanos, mais rígidas e, até certo ponto, mais limitadas. Isso permite ao Google aperfeiçoar a Busca rapidamente, ganhar escala e, de certa maneira, evoluir em áreas que, sem o uso dessas tecnologias, ficariam estagnadas. Trazendo isso para o marketing de Busca, mais especificamente SEO, é possível observar uma abrangência cada vez maior de possibilidades para o uso da ferramenta. Considere que essas tecnologias aumentam a capacidade do Google para trazer resultados de buscas por palavras-chave que antes não seriam possíveis com a mesma qualidade.
Ao término de 2015 o Google voltou a reforçar que uma web segura precisa ser prioridade, e que, em virtude disso, websites utilizando o protocolo HTTPS continuariam tendo uma melhor visibilidade nos resultados. Se seu site ainda não migrou para HTTPS, é preciso colocar isso no seu roadmap. Uma dica importante: ao migrar para HTTPS, não se esqueça de fazer o redirecionamento das páginas em HTTP de forma permanente (redirect 301).
A frase “Conteúdo de qualidade é a chave para o sucesso em SEO”. é uma máxima já utilizada à exaustão pelos especialistas em SEO, e pelo próprio Google. Porém, sempre questionamos o seguinte: o que é qualidade para você? Ou, mais importante ainda: o que é qualidade para o seu cliente? Essa sim é a questão que deve guiar o planejamento do seu conteúdo. Identificar e mapear o que seu cliente gosta, curte e compartilha, além de prestar um serviço, informe ou divirta.
No início, o Google dependia muito de links externos para definir a Reputação dos websites, mas fica evidente que essa dependência vem diminuindo ao longo dos anos, dando importância para outros fatores e sinais – ainda assim é importante deixar claro que não imagino, no curto-médio prazo, que links externos deixarão de ser extremamente importantes. Isso é uma ótima notícia. Links são fáceis de serem manipulados e criados artificialmente. E, mesmo que o Google tenha melhorado o processo de identificação de links artificiais, ainda recorrem muito spam nos resultados de pesquisa pelo abuso de links. Acreditamos que o uso de outros sinais torna o processo de avaliação da Reputação mais equilibrado e, consequentemente, melhor.
Uma marca grande, com presença no mercado, é garantia de bons resultados em SEO? Definitivamente não. Mas se você está iniciando agora um negócio, lançando seu website e construindo sua imagem, é importante saber: as marcas e websites já estabelecidos têm algumas vantagens que você precisa considerar quando pensa em SEO. O primeiro ponto é que websites de grandes marcas, por uma questão de tempo e histórico, provavelmente já possuem uma boa Reputação e Autoridade – e, muito provavelmente, visibilidade nos resultados orgânicos. Lançando uma marca e website hoje, está partindo do zero. A melhor sugestão é escolher um nicho, um mercado ainda pouco explorado e se especializar, produzindo conteúdo de altíssima qualidade, focado nesse público.
Não subestime o trabalho de SEO achando que ele somente otimiza o seu website. SEO envolve diversas áreas e disciplinas, e depende de Tecnologia e Conteúdo para acontecer e existir. E se não for pensado desde o início de forma integrada ao planejamento de comunicação da marca, muito provavelmente não vai gerar os resultados esperados. SEO pede tempo. Por isso, deixá-lo para um segundo momento vai apenas gerar retrabalho e, consequentemente, mais custos.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
10 motivos para ingressar no comércio eletrônico
Após um 2015 cheio de altos e baixos para os brasileiros, o e-commerce foi um dos poucos mercados a apresentar uma alta relativa em seu faturamento.
Os processos que montam esse fato, mostra a resposta positiva dos consumidores aos últimos avanços do mercado, que a cada dia cresce mais, e mais.
Falando em consumidores, 2015 apresentou um aumento de 35% nos pedidos diários no universo digital, e em 2014, chegou a movimentar 174 milhões de reais em um único dia como o mostrado no dia do consumidor. Surpreendente, não? Fato, os consumidores adoram o e-commerce, e estão aderindo cada dia mais a prática da compra online. Para detalhar esse fato, seguem 10 estatísticas, que você e sua empresa também não devem ficar de fora desse mercado.
1. As vendas gerais cresceram 15,3% em 2015
Você se assustou com a crise, e a dificuldade nas vendas no comércio tradicional? Pois saiba que apesar do cenário econômico pouco favorável em 2015, o e-commerce brasileiro teve um crescimento nominal de 15,3%, faturando 41,3 bilhões de reais, de acordo com o relatório WebShoppers, produzido pela E-bit.
2. O mobile commerce projeta crescer 213% até 2017
As vendas do e-commerce por meio de dispositivos móveis devem crescer 213% até 2017, chegando a um faturamento global de 3,2 trilhões de dólares. Isso significa estar em um mercado de trilhões de dólares, literalmente no bolso do seu consumidor final. E o melhor: um toque na tela é sua única barreira para a conversão.
3. Mais de 70% dos consumidores fazem compras online
De acordo com a Avellar e Duarte, 71,9% dos consumidores fizeram compras on-line em 2015. O destaque das vendas foi para produtos eletrodomésticos, os chamados de linha branca.
4. Total de 106,5 milhões de pedidos feitos em 2015
Em 2015, o número de pedidos realizados no e-commerce bateu o recorde de 106,5 milhões, um incremento de 3% em relação ao ano anterior, segundo a e-Bit. E por mais que o progresso tenha se mostrado tímido em relação aos anos anteriores, mostra que o mercado definitivamente não está estagnado.
5. Mobile commerce já representa 12% das vendas
As vendas por dispositivos móveis representam 12% do total do e-commerce brasileiro. De acordo com a Pixel Media, 80,9% das pessoas que usam tablets fecham negócios, enquanto 52,4% dos usuários de smartphones chegam à conversão. Isso significa que o consumidor vem se envolvendo a todo momento com o comércio eletrônico, não importa a plataforma, ou a situação. Sempre é hora de converter.
6. Datas comemorativas impulsionam as vendas
Elas não poderiam faltar. Assim como no varejo tradicional, as datas comemorativas (como Natal, dia das crianças e dia do consumidor) dão impulso às vendas no e-commerce. No Natal de 2015, por exemplo, as vendas as vendas triplicaram em relação a 2014, chegando em um aumento no faturamento de 210% e 20% no aumento do ticket médio do consumidor.
7. Olha isso, 30% dos consumidores gastam mais quando o frete é grátis
Economia no frete pode se converter em mais vendas, segundo a Wharton. De acordo com um levantamento feito pela empresa, 30% dos consumidores compram mais quando o comerciante oferece frete grátis. E com mais conversões logo vem mais faturamento. Então vale a pena conferir a viabilidade dessa estratégia!
8. Mídias sociais se transformaram em plataformas de buscas
Fale com seu cliente onde ele estiver: de acordo com a Selz, 84% dos consumidores buscam recomendações de produtos por meio das mídias sociais, o que torna imprescindível que você tenha uma boa presença nessas plataformas, interagindo com sua audiência para que ela mencione sua marca e propague seus valores.
9. Remarketing é aceito por 72% dos compradores
Em que outro canal de vendas você tem a oportunidade de falar com seu consumidor após a sua desistência no processo de compra? No e-commerce nós conseguimos, e saiba que aquele empurrãozinho final ajuda. Segundo pesquisa levantada pela Kissmetrics, 72% dos usuários aceitam bem campanhas de remarketing.
10. Os comentários on-line importam para 55% dos consumidores
Você é o que falam de você: comentários e avaliações são elementos que influenciam bastante no processo de tomada de decisão de compra. De acordo com o blog da Kissmetrics, 55% dos consumidores online levam esse fator em conta durante sua jornada. Sendo assim, libere os depoimentos e as avaliações, porque eles podem trazer mais vendas e ajuda-lo na hora da conversão!
Viu? Essas estatísticas demonstram o quão promissor é o comércio eletrônico, e que com certeza não se deve temer na hora de se investir nesse negócio. Por essas e outras razões, é essencial se manter atualizado a respeito das possibilidades que estão diante do seu negócio. Já pensou em se aventurar no comércio eletrônico? Talvez essa seja a hora.
Caso queira receber mais informações sobre esse mercado, ou ficar por dentro das novidades do setor, assine minha newsletter e ou fale comigo pelo e-mail carlos@virtualtrading.com.br.
Esses números despertam interesse em você?!
2015
quinta-feira, 10 de março de 2016
Novo Google Adwords - Pequenas empresas serão as mais afetadas
As informações oficiais comunicadas pela empresa são preliminares e existe muita especulação sobre qual o objetivo principal da gigante de buscas com a alteração.
O que muda?
Com a mudança, agora as páginas do Google terão três anúncios aparecendo acima dos resultados orgânicos e até três colocados na parte inferior.
Em buscas interpretadas pelo sistema de inteligência artificial do buscador como “extremamente comerciais” poderão aparecer até quatro anúncios no topo da página.
Na lateral direita, ainda poderão entrar links patrocinados de listas de produtos do Google Shopping (PLA’s) e também resultados oriundos das informações registradas no Knowledge Graph.
Quais as possíveis consequências?
1. Inflação do Custo por Clique (CPC)
A primeira conclusão é simples. Antes existiam até 11 espaços disponíveis para anúncios de texto em Desktop, e agora existem no máximo sete posições. Preparem-se todos para uma guerra ainda maior pelas primeiras colocações e, como consequência, para um aumento substancial nos valores médios de CPC’s para se manter no topo.
2. O nicho ganha força
Em uma palestra durante o “Think With Google”, o Head of Performance Ads da empresa, Matt Maltby fez um discurso intitulado “The New Value of Search” (o novo valor da busca).
Entre todos os assuntos abordados pelo Matt, o que mais me chamou a atenção, e que está diretamente relacionado ao conteúdo deste artigo, foi o case mostrando a oportunidade que se tem em buscas voltadas para os mercados de nicho e que não são exploradas pelos anunciantes.
Nos exemplos, ele mostra como a Nike explora muito bem as buscas por tênis de corrida que envolvem a própria marca e como a Asics aproveita bem as buscas por tênis de corrida sem termos de marca envolvidos.
Porém, em um terceiro exemplo, o read do google conta que nenhum anunciante aparece quando alguém procura por “corrida de maratona”, e que existem 16 milhões de buscas por essa palavra só nos Estados Unidos.
3. PMEs serão as mais afetadas
Se analisarmos a fundo as mudanças estruturais nos resultados das páginas de pesquisa, concluiremos que os pequenos e médios anunciantes, aqueles que geralmente possuem portfólio limitado e atuam em nichos específicos, serão os mais prejudicados.
O anunciante menor não conseguirá mais receber o resquício de tráfego que recebia antes pelas buscas mais óbvias, pois sua visibilidade agora será quase nula. Isso exigirá dos pequenos uma profissionalização maior nas suas estratégias de campanhas do Google Adwords e na gestão dos seus investimentos.
Conclusões
Essa parece ser uma grande investida para monetizar a Long Tail (cauda longa) das pesquisas no buscador e conseguir exibir anúncios para uma demanda de busca já existente hoje e que não está sendo explorada.
Vejo como um movimento genial do Google, pois a empresa forçará os anunciantes de nicho a criarem campanhas e anúncios específicos, aumentando assim suas chances de terem sucesso (caso sejam bem feitas) com o Google Adwords.
Do lado do Google é ótimo, pois a campanha consegue ir em busca da sua missão, que é organizar as informações do mundo e torná-las disponíveis e úteis a qualquer um, e ainda monetizarem em cima de um volume de buscas gigantesco que não gera receita hoje; e do lado do usuário, a mudança é positiva, pois serão impactados por anúncios mais relevantes em relação ao que procuram.
quarta-feira, 2 de março de 2016
EVENTO - Encontro de Mulheres Empreendedoras em Joinville 08/03/16
terça-feira, 1 de março de 2016
As lições que os grandes sites de e-commerce têm a ensinar às pequenas lojas virtuais
Ter uma afinada comunicação entre estoque e equipe de vendas é um dos principais passos para alcançar o sucesso nos negócios
1 - Relação entre loja e estoque
2 - Faça mensuração das vendas
3 - Entenda a necessidade dos clientes
4 - Ofereça um serviço personalizado
5 - Aposte em milhas
6 - Invista em anúncios no Google e no Facebook
7 - Aposte em vídeos e imagens
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Liminar suspende cláusula de convênio do Confaz sobre ICMS em comércio eletrônico
Na decisão (leia a íntegra), o ministro afirma que, em exame preliminar, a cláusula 9ª do convênio invade campo de lei complementar e apresenta risco de prejuízos, sobretudo para os contribuintes do Simples Nacional, que podem perder competitividade e cessar suas atividades.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
BNDES prepara linha de crédito para microempresas
O objetivo é que no final de fevereiro estejam disponíveis empréstimos com taxas de até 18% ao ano. Os empréstimos dessa linha teriam garantia de 80% dos fundos garantidores (FGI, FGO e Fampe) e teto anual de R$ 30 mil. Além disso, a linha terá a orientação de diminuir a burocracia, dispensando a apresentação de documentos por parte dos clientes.
“Queremos uma operação autossustentável com foco no pequeno. Não é subsídio nem assistencialismo”, afirmou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, à frente da mesa de negociações.
A apresentação foi feita em reunião com a presença de representantes da Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), Banco do Brasil e Caixa. No encontro, no entanto, não houve consenso sobre as taxas finais para os empreendedores. Os participantes se comprometeram a realizar novos cálculos e orientar os sistemas de tecnologia da informação das instituições financeiras para viabilizar o novo produto. Um próximo encontro foi marcado para o dia 17, na sede do Sebrae.
Na tarde dessa terça (2), o Banco de Desenvolvimento já havia anunciado que o prazo de amortização do Cartão BNDES será ampliado de 48 para 60 meses. Outros ajustes estão sendo acertados para aumentar a atratividade do cartão, sem onerar o cliente final, a exemplo do uso do Fundo de Aval da Micro e Pequena Empresa (FAMPE) como garantidor.
Fonte: Agência Sebrae
Empresa Paranaense consegue suspender cobrança de diferença de alíquota do ICMS
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Procon tem lista de sites não recomendados
Faça valer seus direitos!
Motivos para ter uma Loja Virtual

O clima é positivo: 82% das microempresas participantes disse estar otimista com seus negócios. Sendo que, quase metade dos entrevistados que planeja construir um site nos próximos dois anos acredita que seus negócios vão crescer de 10 a 50% nos próximos 3 a 5 anos, depois da construção de seu site. Apesar de parecer ambicioso, a perspectiva não é fora da realidade:
86% dos respondentes acreditam que empresas com negócios parecidos com os deles são mais propensos a ter uma presença online no futuro.
90% das empresas que já possuem presença online sentem que estão em vantagem competitiva em relação àquelas que não estão na Internet.
Modernizando os negócios
36% planejam lançar o e-commerce desde a criação do site.
61% dos participantes acreditam que ter um site irá expandir sua gama de clientes locais.
Hoje em dia, sabe-se que as pessoas não vão a lugar nenhum sem o celular. Com maior propagação do m-commerce (comércio mobile), a mobilidade é um fator de grande importância atualmente. Hoje, é necessário que as pessoas possam acessar quase tudo na hora que quiserem e de onde estiverem. Por isso, 83% das microempresas acreditam que é importante que o site seja mobile-friendly. Além disso, o levantamento revelou que:
57% acreditam o mesmo sobre o uso de SEO (Search Engine Optimization).
Colocando a mão na massa
21% procuram um web designer para criar o site.
20% vão buscar ajuda de familiares e conhecidos.
Fonte: e-commercebrasil
terça-feira, 16 de junho de 2015
Vendas do comércio recuam 0,4% em abril, diz IBGE
Na comparação mensal, é o terceiro mês consecutivo de resultado negativo.
Em relação a abril de 2014, queda foi de 3,5%, pior para o mês desde 2003.
Em abril, 7 das 10 atividades do estudo tiveram resultados negativos nas vendas: combustíveis e lubrificantes (-0,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-0,2%), material de construção (-1,2%), móveis e eletrodomésticos (-3,1%), tecidos, vestuário e calçados (-3,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-5,1%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-12,2%).
Por outro lado, cresceram as vendas de veículos e motos, partes e peças (4,4%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,3%).
sexta-feira, 1 de maio de 2015
GOOGLE TESTA SISTEMA DE ANÚNCIO VIA TV
Assim como os links patrocinados para e-commerce, que criamos por meio do Google Adwords, os anúncios para TV poderão ser segmentados, monitorados e otimizados para gerar maior conversão de vendas
Quando são desenvolvidos links patrocinados para e-commerce, o que é uma das atribuições diárias das agências de Marketing Digital, cria-se uma série de segmentações para atingir um determinado público-alvo que gostaria de comprar os produtos que estão tentando vender para os clientes. Pois agora, conforme nos dá a conhecer o site Gizmodo, o Google quer transferir esta lógica para a TV.
A gigante das buscas na internet pretende testar em breve, no Kansas City, Estados Unidos, um sistema de anúncios via TV com as seguintes características:
• Google Fiber: uso da tecnologia de banda larga para transmissão de programas televisivos;
• Anunciantes: inserem créditos em um determinado sistema que lhes permitirá criar campanhas de anúncios e pagá-los conforme estes forem exibidos nos programas televisivos via Google Fiber;
• Segmentação: os anunciantes poderão desenvolver campanhas para públicos-alvo distintos, de acordo com as suas necessidades.
Para tornar os anúncios mais relevantes, o Google pretende rastrear os gostos dos usuários de TV e enviar para cada um deles apenas os anúncios condizentes com suas preferências. Ao proceder desta forma, o Google visa aumentar a conversão de vendas em relação à publicidade dos comerciais veiculados na TV tradicional.
E, ao que parece, assim como nos links patrocinados para e-commerce do Google Adwords, as visualizações de anúncios, entre outros dados do sistema de publicidade para TV via Google Fiber, poderão ser monitorados estatisticamente, o que permitirá otimizar as campanhas em tempo real.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Escute a voz do seu cliente! Sim na internet também.
- Averiguar a satisfação do cliente entendendo e conhecendo como foi sua experiência de compra em sua loja virtual, o que deve ser melhorado ou mantido.
- Manter clientes, satisfazendo seus desejos de acordo com o que ele expressou para sua empresa.
- Crescer a eficiência através da filtragem de produtos e serviços que os clientes realmente desejam. Você pode ser mais focado e perder menos tempo.













